quinta-feira, outubro 05, 2017

Airbnb oferece reserva em restaurante para enfrentar concorrência


Por meio do website e do aplicativo para smartphones do Airbnb, os usuários podem reservar mesas em cerca de 650 restaurantes nos EUA.

O Airbnb está se expandindo com reservas em restaurantes como parte do plano da startup de se transformar em uma empresa de reservas de viagens completa como a Priceline e a Expedia.

Por meio do website e do aplicativo para smartphones do Airbnb, os usuários podem reservar mesas em cerca de 650 restaurantes nos EUA, informou a empresa na quarta-feira. Antes disso, os clientes usaram o Airbnb para efetuar reservas somente durante um pequeno teste feito em São Francisco.

O novo serviço deixa o Airbnb mais parecido com a Priceline, dona do OpenTable, um website e aplicativo líder em reservas de restaurantes nos EUA. O Airbnb preferiu não divulgar seu método para ganhar dinheiro com a nova ferramenta de reservas.

No entanto, ela é projetada em parte para que os usuários se envolvam com o Airbnb com mais regularidade. Quando as pessoas reservam lugar para ficar no principal serviço de compartilhamento de residências da empresa, também podem organizar os jantares em restaurantes durante a viagem.

Após seu lançamento, em 2008, o Airbnb se transformou no aplicativo favorito para os viajantes que buscam lugar para ficar. Agora, a atenção da startup vai além das hospedagens.

No ano passado, a empresa começou a vender experiências de viagem únicas, como aulas de preparação de charutos em Cuba.

A companhia também trabalhou em uma ferramenta de reserva de voos e em um widget para planejamento de itinerários que oferece sugestões de viagens personalizadas com base no comportamento, nas preferências e na localização do consumidor.

O Airbnb se apoiou em aquisições e parcerias para acelerar essa expansão. No ano passado, o Airbnb investiu US$ 13 milhões na desenvolvedora de aplicativos de reservas em restaurantes Resy.

Na quarta-feira, a Resy começará a gerenciar reservas para usuários do Airbnb por meio de uma guia chamada “Restaurantes” nos aplicativos e no website do Airbnb.

O Airbnb preferiu não revelar sua participação na Resy, nem informou se tem planos de comprar a empresa de forma definitiva.

“A integração das reservas da Resy aumenta o valor do produto principal da Airbnb ao transformá-lo em um faz-tudo do ramo de viagens”, disse Arun Sundararajan, professor da Universidade de Nova York.


Ele acredita que o Airbnb buscará uma oferta pública inicial nos próximos 12 a 16 meses e disse que a startup precisa de novas categorias de produtos, como restaurantes, para manter o crescimento e justificar sua avaliação de mercado de cerca de US$ 31 bilhões como empresa privada.

Por Olivia Zaleski, Bloomberg 



quarta-feira, outubro 04, 2017

Como cobrar por um chá?


 [GESTÃO DE CUSTOS - Qual preço de um chá de chá?]

Leia a história de um gerente em New York e veja como conhecer seus processos faz toda a diferença, ATÉ PARA UM CHÁ! Vamos ao fato!

O que era para ser uma queixa de um estabelecimento em Nova York, feita no Trip Advisor, se tornou uma verdadeira “aula de economia”, depois que o dono do estabelecimento resolveu explicar o porquê do “alto preço” de uma xícara de água com limão.

Hannah C. escolheu o Bennett Café e Bistrô para ir com amigos e, de acordo com sua opinião, a experiência foi ruim.

“Este lugar é absolutamente horrível. Fui ali para tomar um chá da tarde com alguns amigos, e estava com pouco dinheiro. Pedi então água quente com uma rodela de limão. Em primeiro lugar, a água não chegou junto com o bolo e a bebida dos meus amigos. Depois, me cobraram 2 libras (cerca de R$ 12) pela água quente e por uma fina rodela de limão. Quando eu perguntei porque estava sendo cobrada uma quantia tão alta por um pouco de água, o garçom disse, rudemente: ‘bom, você sabe quando custa um limão?’. Sim, e definitivamente não é duas libras. Depois, ele me informou, erroneamente, que um bule de chá para uma pessoa (que foi o que me cobraram) custa o mesmo preço que um limão. Para demonstrar o quão ridículo isso era, meu amigo pediu um doce de chocolate, que custava 1,90 libras. Lugar horrível, sem dúvida não o recomendo, e o garçom rude que me atendeu deveria ser despedido. Não voltarei, e aconselharei meus amigos e familiares a não irem lá”.

O dono do Bennett, Jay Rayner, resolveu então responder a resenha “Lamento que você tenha se sentido explorada, e vou te explicar porque não deveria ser assim. Você entrou no café, e o garçom mostrou onde você deveria se sentar, entregou um cardápio, esperou para anotar o seu pedido… Foi no caixa, pegou uma xícara, um prato e uma colher, e os levou à cozinha. Lá, ele pegou uma faca, uma tábua e um limão. Cortou um pedaço e colocou na xícara. Depois, voltou ao salão, pegou a água quente e levou a xícara à sua mesa.

Quando você ia embora, ele imprimiu sua conta, levou até você, processou seu pagamento com cartão de crédito e fez a cobrança fora do caixa. Depois que você foi embora, ele pegou a xícara, o prato e a colher, levou até a cozinha, lavou, secou – junto com a tábua e com a faca – e guardou o limão. Depois, ele voltou ao salão para arrumar a xícara, o prato e a colher, limpou sua mesa e deixou o cardápio ali, a espera do próximo cliente, Isso toma, pelo menos, de 2 a 3 minutos de trabalho do garçom.”

E ele continua:

“O custo dos gastos gerais da empresa, quero dizer, o aluguel, as taxas do negócio, os custos de eletricidade, os gastos bancários, entre outros, giram em torno de 25,50 libras. Eu pago aos meu colegas um salário digno e decente, levando em conta o pagamento de férias, seguro, e o tempo produtivo antes de abertura e depois do fechamento do bistrô. O garçom que lhe serviu me busca 12,50 libras por hora. Portanto, em conjunto, o custo é de 40 libras por hora, o que significa que o custo de proporcionar o serviço de 2 a 3 minutos seria entre 1,34 a 2 libras. Então, o governo ainda acrescenta 20% de impostos, o que faz com que a xícara com água e limão, custe entre 1,60 e 2,40 libras”.

“Tenho que pagar os meus fornecedores, caso contrário as instalações não estarão disponíveis para outras pessoas no futuro. Concordo que tudo faz com que o preço de uma xícara de chá no centro da cidade seja caro, comparado ao que você faz em casa, mas por desgraça, essa é a cruel realidade da vida. Na verdade, são as instalações que custam dinheiro, muito mais do que os ingredientes. Talvez, a má educação que você percebeu em mim foi provocada pela falta de respeito que eu percebi em você por presumir que poderia usar nossas instalações e ser atendida gratuitamente”.

Grande abraço

Equipe Lean Cook

quarta-feira, abril 19, 2017


Encontrar bons bares é quase um estilo de vida para algumas pessoas. E são elas que você, empreendedor, precisa atrair para montar um bar de sucesso. Afinal, ter um estabelecimento bem-sucedido é mais que conseguir uma grande quantidade de clientes: é fazer com que seu bar entre na lista das preferências de um público seleto.
Ter clientes cativos significa também uma ótima propaganda boca a boca. Não se esqueça: clientes conquistados atraem mais público, pois, na maioria das vezes, não se vai sozinho aos bares.
Para isso é preciso estar atento aos detalhes! Veja 5 dicas para conquistar seu cliente e ter um bar de sucesso.

1. Seja autêntico

É incrível como a identidade visual do bar faz diferença na experiência do cliente. Por isso, o primeiro passo para montar um bar de sucesso é pensar em sua estrutura para que os clientes possam encontrar harmonia e inovação no ambiente.
Ter um bar com características próprias é perfeito para atrair pessoas que buscam locais que fujam do comum. Nesse sentido, a imagem é essencial, principalmente para ser fixado na memória do cliente e alcançar uma marca facilmente reconhecida e qualquer uma das unidades do seu bar.

2. Aposte no cardápio diversificado

É muito ruim quando a gente pega o cardápio de um bar e o que temos são algumas variações de cervejas populares e opções limitadas de pratos. Você deve preparar seu bar pra receber pessoas com gostos diferenciados. Isso significa ter opções no cardápio para atender necessidades especiais, como de alérgicos e vegetarianos, por exemplo.
Ter aquela bebida especial que o cliente dificilmente encontra em outros bares também é uma boa aposta. Amantes de cerveja, por exemplo, sempre garimpam pelos bares drinks diferentes e cervejas artesanais para experimentar.

3. Monte seu time

Sim, um time! Com treinamento, técnica, pessoas dispostas a realmente vestir a camisa do bar e ser parte dele. Todos os funcionários devem ser uma extensão de tudo que o bar deseja oferecer ao cliente.
Para isso, você precisa selecionar e treinar colaboradores conforme a proposta do ambiente. Busque uma capacitação adequada para aprimorar as técnicas de vendas, ensinando sobre postura e relacionamento com o cliente. É interessante também orientar e dar autonomia a, pelo menos, uma pessoa da equipe para que você não fique sobrecarregado.
Criar mecanismos de incentivo para garçons, como comissionamento, pode também ajudar a impulsionar as vendas do bar.

4. Otimize sua rotina

Gerenciar um bar, prestar suporte à sua equipe, proporcionar atendimento de qualidade e ainda cuidar de detalhes como estratégias de marketing, entre outras questões operacionais e administrativas, não é tarefa fácil.
Montar um bar de sucesso significa correria, mas temos a sorte de estar em uma época na qual existem diversos modos de simplificar a maior parte dos processos.
Busque softwares para realizar a gestão do bar e otimizar os processos, como soluções para agilizar os pedidos e administrar as conta do cliente, por exemplo.

5. Tenha um diferencial

Não dá para negar que o modo como interagimos está mudando — e muito. Ouvimos termos como “internet das coisas” e “experiência do usuário” (user experience). Tais conceitos conceitos tecnológicos vêm sendo inseridos cada vez mais em nosso dia a dia, e os bares não poderiam fugir a essa evolução.
Podemos dizer que a Internet das coisas diz respeito a objetos da nossa rotina trabalhando de forma inteligente e prática através da internet. A experiência do usuário, por sua vez, é proporcionar ao seu cliente a melhor experiência utilizando seu produto/serviço. Mas como utilizar-se desses conceitos para montar um bar de sucesso e de acordo com a modernidade que o mercado exige?
A Pizza Hut, por exemplo, criou uma “mesa cardápio” em um de seus restaurantes. O cliente podia montar a pizza como quisesse e fazer o pedido de forma automatizada, fácil e prática. Esse é um bom exemplo de como Internet das coisas (o cardápio interativo) e a experiência do usuário ao solicitar o pedido de maneira informatizada podem ser fatores interessantes para seu cliente.
                        Fonte: GOOMER - Cardápio eletrônico: 

segunda-feira, abril 17, 2017



A Gestão por Processos viabiliza com grande eficácia o alinhamento das rotinas operacionais, promovendo a redução de custos, de conflitos e até mesmo do tempo necessário para a execução de cada atividade na produção e serviços ao cliente.

O mapeamento das etapas conduz a conquista de padrões de execução que garantem qualidade e permitem a evolução da produtividade e padronização em diversos setores do Bar e Restaurantes.

Através dos processos conduzimos tarefas importantes na produção, com maior precisão de custos e seus impactos na construção da engenheira de cardápios, identificando com mais precisão os custos x margem de lucratividade sobre alimentos e bebidas.

A Implantação gera fluxos de serviços mais equilibrados e de controles mais eficientes, permitindo que as tarefas sejam executadas com mais qualidade e rapidez, organização e principalmente a simplificação dos trabalhos.

Identificar os processos interna do seu Bar ou Restaurante é essencial para a consolidação do seu negócio em um mercado cada vez mais competitivo. A gestão orientada por processos tem como foco principal a diminuição dos problemas cotidianos traduzindo em soluções eficazes quando eles aparecerem.
Mas como implantar e quais os benefícios que seu Bar ou Restaurante obterá ao construir uma gestão orientada por processos?

A Gestão de processos para Bares e Restaurantes auxilia a enxergar claramente os pontos fracos (O que precisa ser melhorados tais como: complexidade na operação, redução custos, gargalos, falhas na produção, serviços de atendimento ao cliente, tarefas de baixo valor agregado, retrabalhos e excesso de controles), além de ser uma excelente forma de melhorar o entendimento sobre os processos e aumentar a desempenho do seu Bar e Restaurante.

1- Seu Bar e Restaurante mais produtivo:

AUTONOMIA, RAPIDEZ, SEGURANÇA. (Produtos com excelência em padronização)

”O desperdício é o maior inimigo da produtividade em Bares e Restaurantes. ” O mapeamento e padronização dos processos de trabalho recorrentes de um Bar e Restaurante são essenciais para a redução e eliminação de passos desnecessários para a execução de tarefas. Não é possível ter produtividade com improvisação.
A Gestão por Processos para Bares e Restaurantes permite identificar problemas, ineficiências e pontos de estrangulamento nos fluxos de serviços e produção.
De posse das informações acessíveis e estruturadas, as tarefas podem ser executadas de forma precisa, no tempo certo e sob as mãos da pessoa correta.

2- O impacto na lucratividade:

INVESTIMENTO COM MAIS CLAREZA. (Em busca de um C.M.V real, proporcionando maior lucratividade)

”A padronização das tarefas elimina os custos desnecessários e desperdícios gerado por retrabalhos. ” A Gestão dos Processos de trabalho tem a finalidade de medir, atuar e melhorar Mapeando o modelo de operação do Bar e Restaurante, garantindo que as tarefas e atividades não elevem os custos, a  eficiência, ou que gerem altos custos ou ofereçam riscos ao negócio.

Isto porque a Gestão de Processos permite a análise de todo o potencial de integração possível, permitindo a realização de estudos de custeio das atividades que compõe o processo, ou ainda o dimensionamento do tamanho da equipe que deverá realizá-lo.

 A Gestão de Processos proporciona diminuição dos desperdícios e aumentos dos lucros, através do mapeamento é possível verificar os processos que são executados dentro do Bar ou Restaurante, e a partir da visão sistêmica, percebem-se todos os processos falhos e passiveis de melhorias.

3- Qualidade de produtos e serviços garantidos:

“ORGANIZAR” (Produtividade com mais eficiência e maior aproveitamento das Funções).

A Gestão por Processos viabiliza com grande eficácia o alinhamento das rotinas operacionais, promovendo a redução de custos, de conflitos e até mesmo do tempo necessário para a execução de cada atividade da empresa.

O mapeamento das etapas e métodos de trabalho conduz a conquista de padrões de execução que garantem qualidade e permitem a evolução da produtividade e padronização em diversos setores do Bar e Restaurantes.

Os treinamentos e integração dos colaboradores geram fluxos de serviços mais equilibrados e de controles mais eficientes, permitindo que as tarefas sejam executadas com mais qualidade e rapidez. A Gestão orientada por processos tem a finalidade de organizar e principalmente a simplificar dos trabalhos.

4- Reduzindo custos em seu Bar e Restaurantes:

“OS PROCESSOS PARA CLAREAR A VISÃO SOBRE OS CUSTOS” (Entender melhor os impactos sobre os custos)

Através de uma gestão orientada por processos conduzimos tarefas importantes na produção de cardápios, com maior precisão de custos e seus impactos na construção da engenheira de produto, identificando com mais precisão os custos x margem de lucratividade sobre alimentos e bebidas.

A análise e o gerenciamento dos processos trazem resultados expressivos na eliminação ou redução dos custos invisíveis, aqueles que não são percebidos ou questionados quando feitos, mas que oneram, seja de forma financeira ou temporalmente, o serviço oferecido.

Gestão dos Processos traz maior clareza nas tarefas executadas tornando-os visíveis a todos envolvidos nos processos, permitindo que os setores trabalhem em conjunto, alterando métodos mais rapidamente e oferecendo maior precisão na redução de custos.

5- Minimizando os erros através da Gestão por Processos:

“O ALINHAMENTO DOS PROCESSOS REDUZEM OS RISCOS” (Serviços e produtos de qualidade)

Os processos compreendem as atividades e ações interdependentes e inter-relacionadas que requer entradas e saídas e geram algum tipo de resultado, e está voltada para um mesmo objetivo.

A Gestão de Processos proporciona a visão clara de números e informações sobre o que funciona e o que precisa ser melhorado em seu Bar e Restaurante.


O objetivo é garantir um modelo de operação que não leve a retrabalho, perda de esforço e de eficiência, que gere altos custos ou ofereça riscos ao negócio, como falta de produtividade, ineficiência na produção, custos altos de cardápios, comprometimento no C.M.V e principalmente redução de margem de lucratividade.

                              Ivan Lima Hores Consultor Especialista em Gestão de Negócio em Hospitalidade. 

quinta-feira, abril 13, 2017


Que tipo de gestor de restaurante é você?

Você tem Bruno, que está sempre atrasado; Gabriel, que continua acomodando pessoas nas sessões erradas do restaurante; Beatriz, que nunca ocupa todas as mesas; Marcelo e Nina, em uma luta de poder pela gerência do bar; e todo o tempo está equilibrando a sua visão de gestor à visão de amante da cozinha que gosta de dar pitaco no tempero do chef.

Ser um gestor de restaurante é um ato de equilíbrio constante, não é? Enquanto você se esforça para entregar o melhor atendimento ao cliente, é preciso gerenciar bem a sua equipe para que ela esteja pronta para entregar esta qualidade.

Mas só porque você é uma pessoa que gosta de gente, não significa que esteja no mundo apenas para agradá-las, certo? Há muitas maneiras de gerenciar, ensinar e dirigir uma equipe sem cruzar a linha tênue entre gostar de gente e ser feito de bobo – e é isso que garantirá um excepcional atendimento ao cliente.

Em um estudo de referência sobre a liderança, o psicólogo Daniel Goleman delineou seis estilos de gestão extraídos de mais de 3000 gestores de nível médio. Aqui, vamos aplicá-las à indústria do restaurante e determinar os pontos negativos de cada estilo. Identifique o seu a seguir:

O GESTOR DE RESTAURANTE COERCIVO

Esta é a abordagem de liderança que segue a linha “a mamãe sabe mais”.

Os prós deste estilo de gestão? Líderes coercivos podem tomar decisões em tempo real, transpiram confiança e parecem estar sempre no controle de todas as coisas. Muitas vezes, as decisões rápidas e diretas feitas por líderes coercivos são apreciadas pelos clientes, que sentem que, de fato, eles estão falando com quem “manda”. Quando há uma crise, este estilo de gestão brilha.

Embora este estilo seja eficaz se sua cozinha estiver pegando fogo, o contra é que, muitas vezes, esse tipo de gestor de restaurante pode passar a imagem de paternalista e pessoa indisposta a ouvir as opiniões dos colaboradores. Isso pode deixar a equipe com a sensação de que eles são menosprezados e que seu gestor não tem confiança em suas capacidades de julgamento e tomada de decisão.

O GESTOR DE RESTAURANTE DEMOCRATA

Em contraste com a abordagem anterior, um líder democrático defende a opinião da maioria. Eles motivam seus funcionários a participarem das decisões, buscando opiniões sobre novos itens de menu, novas especialidades e políticas. Se a administração precisa de um toque inclusivo e diplomático, um gestor de restaurante democrático brilha. Todo mundo se sente valorizado quando um líder democrático promove o sentido de comunidade.

Os contras? Você conhece a frase, “muito cacique para pouco índio”? Bem, pode ser mais literal e menos figurativa com o líder democrático. Às vezes, eles são vistos como inseguros por não transmitirem firmeza em suas decisões. Em tempos de crise, dizem que uma noite extremamente movimentada ou um cliente irado podem fazer esse líder se esconder.

O GESTOR DE RESTAURANTE AGREGATIVO

Este tipo de gerente valoriza a harmonia entre o seu pessoal e coloca o desenvolvimento de seus funcionários em primeiro lugar. Sua filosofia é: “nós não somos apenas colegas de trabalho; nós somos uma família. ”

Este gestor de restaurante quer incluir todos em sua bolha do amor e gerar em sua equipe um sentimento de inclusão. Alguns deles podem insistir que toda a equipe tome café unida antes do expediente com o objetivo de confraternizar, por exemplo.

Os contras? Bem, imagine trabalhar com sua mãe. O clima é suave e cheio de amor, até que não é mais. Quando um membro da equipe não traz resultados ou começa a tirar proveito dos benefícios oferecidos pelo gestor, a linha entre negócios e o pessoal torna-se turva. Olhares ferozes surgem e fendas na unidade familiar são sentidas de forma intensa em todo o restaurante, em vez de serem tratadas rápida e profissionalmente.

O GESTOR DE RESTAURANTE AUTORITÁRIO

Quando se trata de grandes objetivos e de ter uma equipe orientada para resultados, o gestor de restaurante autoritário cumpre bem seu papel. Eles motivam. Eles dão orientação clara. Eles definem os papéis e oferecem autonomia pessoal suficiente para fazer com que todos se sintam valorizados. Você deseja atingir uma meta de vendas? O líder autoritário vai transmitir a importância desse objetivo e motivar os trabalhadores através de feedback.

O líder autoritário perde quando está lidando com iguais, quando um membro da equipe é subdesenvolvido, ou quando ele faz algo que coloque sua própria credibilidade em questão. O problema aqui tem um nome: ego.

O GESTOR DE RESTAURANTE “COACHING”

Para a indústria de restaurantes que sofre com alta rotatividade de funcionários, esses líderes são perfeitos porque dificilmente abandonam uma missão. Eles são ótimos quando trabalham com uma equipe menor e gostam de oferecer ferramentas e oportunidades para o crescimento pessoal dos indivíduos. Em uma noite de movimento baixo, é provável que esse gestor permita que um funcionário atue em outra função, só para “experimentar”. O objetivo dele é extrair o melhor de cada funcionário e, com isso, ter uma equipe mais eficiente.

O problema deste líder é que ele não sabe abrir mão de um funcionário quando ele simplesmente não se adéqua à filosofia do restaurante. Porque ele é obcecado pelo desenvolvimento de pessoas, não aceita a possibilidade de ter cometido um erro de julgamento ao realizar uma contratação.

O GESTOR DE RESTAURANTE “SUPERPROTETOR”

Preocupado em servir de exemplo para seus funcionários, o líder super-protetor define padrões de acordo com o que acredita e acha que a equipe deve seguir esses padrões para ter sucesso. Bons em colocar as mãos na massa, os líderes super-protetores não se importam em dar suporte à equipe quando uma noite está muito movimentada. Se necessário, ele trabalhará atrás do balcão do bar sem se queixar.

Embora não tenha medo de sujar as mãos, às vezes esse líder peca pelo excesso. Ele nem sempre pede ajuda quando precisa, e por definir um padrão de excelência alto demais, pode fazer com que os funcionários se sintam pressionados pelas exigências e expectativas depositadas sobre eles.

Tendo conhecido todos os perfis, lembre-se: no final do dia, nenhum estilo de gestão funciona 100% do tempo e não há receita de sucesso. Você não deve atribuir sucesso a um estilo específico, mas ser adaptável com base nas circunstâncias e nas pessoas com as quais está lidando. Quanto mais inteligente for o seu olhar para equipe, mais fácil será saber qual é o estilo de gestão ideal para você.


                 FONTE:ECOMANDA A MELHOR SOLUÇÃO EM AUTOMAÇÃO PRA RESTAURANTES

quarta-feira, abril 12, 2017


As dicas de um ex-franqueado do McDonald’s e atual Johnny Rockets.

Antônio de Souza se tornou master franqueado da Johnny Rockets - e o brasileiro se deu tão bem que recebeu a missão de planejar seus próximos passos no país.

O engenheiro de formação (e empreendedor por prática) Antônio Augusto de Souza é um exemplo de que sempre dá para sonhar mais alto. O empreendedor chegou a um ponto com que muitos franqueados aspirantes ficariam bem satisfeitos: ele tinha sua própria unidade da rede de fast food McDonald’s.

O ano era 1994. Era uma época diferente, e Souza percebeu como o sucesso foi ficando menos garantido com o passar dos anos. “Antes, você comprava uma franquia do McDonald’s e já abria com fila na porta. Isso não existe mais: há muitas opções para o consumidor”, explica Souza.

“Mesmo assim, ainda hoje muita gente compra uma franquia achando que será a solução de todos os seus problemas. Há variáveis que podem mudar completamente o rumo do seu negócio, como a escolha do ponto comercial, por exemplo. ”

Após quase dez anos no McDonald’s, o mundo havia mudado muito – assim como a visão de oportunidades de Souza. Ele queria começar do zero, trazendo uma nova marca ao Brasil.

“Eu achava que tinha muita oportunidade lá fora, com marcas ainda não conhecidas que fariam sucesso aqui – e ainda acho isso hoje. Nenhuma marca queria vir ao Brasil em pleno 2003, então queria antecipar esse movimento. Tal chegada só começaria em 2006 e 2007, quando o Brasil virou a bola de vez.”

O empreendedor acabou optando pela rede de hamburguerias Johnny Rockets, que conhecia desde a década de 1980. Criada em Los Angeles (Estados Unidos), a rede de diners conta atualmente com 360 restaurantes, espalhados por 30 países. “Achei que o conceito de lanchonete dos anos 50 encaixaria bem aqui no Brasil”, conta.

Souza abriu 12 lojas da marca nos últimos três anos. O franqueado se saiu tão bem que virou responsável pela marca no Brasil, e faturou 45 milhões de reais em 2016. Agora, ele possui planos ambiciosos: quer que a Johnny Rockets chegue a no mínimo 50 lojas no Brasil até 2020. Apenas em 2017, a projeção é faturar 48 milhões de reais.

História de franqueado (e os desafios de uma nova empreitada)

Souza se formou em engenharia, mas nunca exerceu a profissão: escolheu abrir negócios no ramo de comércio, como uma consultoria de exportação, por exemplo.
A entrada no mundo do franchising se deu quando um amigo de Souza se tornou franqueado do McDonald’s, e indicou o negócio para o engenheiro de formação. Souza já era cliente e foi conhecer o sistema. “Eu me apaixonei. Fiquei 13 meses em treinamento e finalmente abri minha primeira unidade, no ano de 1994.”

O empreendedor chegou a ter sete restaurantes e 14 quiosques do McDonald’s. Porém, em 2002, negociou com a rede sua saída: apenas um ano depois, ele já havia fechado o acordo para trazer a Johnny Rockets ao Brasil.

Tudo parecia ir bem. Quando voltou às terras brasileiras, porém, Souza enfrentou um grande pepino: outra pessoa já havia registrado a marca. O caso foi à justiça e a resolução, favorável ao empreendedor, só ocorreu em 2011. Enquanto isso, Souza foi administrando negócios próprios e franquias, sempre na área de alimentação.

A partir do parecer favorável, a Johnny Rockets realmente se lançou no país. Souza se tornou master franqueado e abriu sua primeira unidade em dezembro de 2013, em Guarulhos (São Paulo).


Em 2014, abriu outras seis lanchonetes; em 2015, mais quatro unidades; e, em 2016, duas lojas. A redução no número de aberturas é justificada pela sedimentação da crise econômica no Brasil, segundo o empreendedor: os planos de aceleração foram adiados. Mas virão com força neste e nos próximos anos.


Expansão em tempos de crise

A recessão trouxe novas formas de expansão para a Johnny Rockets: além das lojas próprias, a rede se abriu para novos franqueados por meio de parcerias joint-ventures. Nelas, o franqueado precisa deter no mínimo 70% de participação, enquanto a Johnny Rockets completa o investimento.

“São unidades que estão em um lugar estratégico, onde eu preciso estar. Aí, eu analiso a possibilidade de me tornar sócio para viabilizar a abertura da lanchonete”, diz Souza.

Apesar de hoje só existirem lojas próprias ou franqueadas por joint-venture, Souza acredita que as franquias sem sociedade serão o formato mais buscado nos próximos anos – especialmente no modelo enxuto, que a marca pretende lançar no segundo semestre de 2017.

“Antes, éramos focados apenas em lojas de médio e grande porte. Agora, estamos desenvolvendo lojas menores, para entrar em praças de alimentação e em shoppings menores. É algo que já existe em outros país, e acabamos de formatar esse formato para o Brasil. O investimento inicial será menor e serão espaços de 40 a 50 metros quadrados, o que facilitará nosso crescimento”, diz o empreendedor.

A ideia, em mercados novos, é começar com uma loja maior, para se firmar no local. As lojas pequenas irão principalmente para lugares que já possuem lojas grandes, como São Paulo, Goiânia e Rio de Janeiro.

Com a estratégia, a Johnny Rockets pretende expandir: até 2020, a expectativa é chegar a no mínimo 50 lojas operando em terras brasileiras. O plano é achar um franqueado por capital, com a exceção de São Paulo e Rio de Janeiro, que contarão com mais empreendedores.

Conselhos para futuros franqueados

Além de desenvolver a marca Johnny Rockets no Brasil, o novo trabalho de Souza é dar suporte aos novos franqueados.

“Esse cargo veio até por eu ter passado a maior parte da minha vida sendo franqueado – não sei se algum dia vou aprender a ser franqueador mesmo. Eu sei exatamente como funciona essa vida: como eles pensam e onde a situação aperta. Então, meu trabalho é tentar minimizar as dores.”

E quais conselhos Souza daria para novos franqueados? O primeiro: não se iluda com propostas que parecem ser muito boas para serem verdade.

“Se dependesse de propostas que recebo, alardeando um investimento inicial baixo, teria umas 30 lojas. E nenhuma seria viável em longo prazo, porque tinham pontos comerciais sem fluxo. Por isso insisto em abrirmos apenas lojas com real potencial de faturamento”, afirma.

“Nada é fácil, não há almoço grátis. Quem fala isso, em qualquer empreendimento, é um mentiroso. A dor é parte do negócio, ainda que seja possível reduzi-la com preparação.”

Para o master franqueado, a experiência no ramo de atuação não é requisito: afinal, ele mesmo era engenheiro quando abriu sua franquia do McDonald’s. “O que o que o franqueado tem que ter é um compromisso. Ou seja: se identificar com o produto com que ele vai trabalhar. Entender sobre ele e sobre franquias será resultado disso.”

No caso da Johnny Rockets, o perfil de franqueado buscado é conhecer de números, ter um foco administrativo e gostar de se relacionar com gente – dos funcionários ao público. Os consultores vão às lojas cerca de seis vezes por mês para guiarem os novos franqueados no trabalho, o que ajuda a treiná-los para o franchising e para o setor de alimentação, segundo Souza.

Enxuto
Investimento inicial: 650 a 750 mil reais
Prazo de retorno: 24 a 36 meses

Full
Investimento inicial: 1,3 a 1,5 milhão de reais
Prazo de retorno: 24 a 42 meses

                    
                                        Por Mariana Fonseca Exame PME

Cardápio de restaurante – saiba porque o seu deve ser reduzido!

Todos nós já estivemos em um restaurante com menu gigante e variedade enlouquecedora: 50 entradas, 20 aperitivos, 10 sobremesas e outras coisas. Mesmo assim, uma pesquisa recente mostrou que optar por um cardápio de restaurante amplo demais pode ser uma real desvantagem em um restaurante.

Eis aqui o que acontece: o paradoxo da escolha significa que quanto mais opções as pessoas tiverem, mais oprimidas elas se sentirão e mais dificuldades terão ao decidir. Isso significa que a liberdade de escolha é uma bênção maior quando as pessoas têm menos decisões a tomar.

De acordo com o jornal americano Washington Post, as 500 maiores franquias de restaurante do país reduziram recentemente seus cardápios em mais de 7%, e os novos restaurantes têm menus que são, em média, quase 40 itens menores. Os grandes menus de ontem e suas páginas e páginas de possibilidades estão encolhendo, por isso, achamos que é hora de você, como gestor de restaurante, descobrir as razões principais que levaram a isso. Veja a seguir:

UM CARDÁPIO REDUZIDO TRAZ MELHORES EXPERIÊNCIAS

Os clientes tendem a evitar escolhas decisivas sobre o que consideram mais interessante em um cardápio de restaurante. Um menu mais compacto cria uma sensação de confiança para o cliente, afinal, ele se sente decidido em sua escolha sabendo que o número limitado de pratos significa que o restaurante é especializado no que ele está pedindo.

ELE TAMBÉM É SINÔNIMO DE COZINHA DINÂMICA

Uma cozinha eficiente e dinâmica, em geral, tem um número limitado de itens que podem ser preparados ao mesmo tempo atendendo a um padrão de qualidade. Se você tem um cardápio de restaurante com 40 a 50 itens, algumas coisas podem não ser pedidas pelos clientes durante semanas, obrigando os chefs a exercitarem sua memória para relembrarem uma receita perdida. Sendo assim, por que optar pelo excesso? Preparar receitas de um menu com 10 a 15 itens estabelece consistência, afinal, a prática leva à perfeição.

 UM CARDÁPIO DE RESTAURANTE MENOR TRAZ MAIS LUCRO

Ter muitos produtos em estoque prejudica verdadeiramente o fluxo de caixa de um restaurante. Segundo relatos do Washington Post: “Ao oferecer menos itens em seu cardápio de restaurante, você padroniza mais facilmente a qualidade dos alimentos, evita o desperdício de estimar a demanda por listas mais longas de alimentos e, presumivelmente, aumenta suas margens de lucro – cobrando mais ou gastando menos”.

Viu como otimizar seu menu cortando ingredientes desnecessários, reduz o desperdício de itens que vão mal, e poupa dinheiro de forma simples?

Em resumo, o que queremos dizer é que faz sentido – e centavos – estreitar o seu cardápio de restaurante para conquistar o objetivo de ter clientes felizes, confiantes e uma cozinha consolidada.


Agora que você já sabe disso, compartilhe nos comentários: quantos itens você tem em seu cardápio e quantos saem em menor quantidade?


                              FONTE:ECOMANDA A MELHOR SOLUÇÃO EM AUTOMAÇÃO PRA RESTAURANTES

segunda-feira, abril 10, 2017


Equipe de restaurante – 6 perguntas que você deve fazer a ela agora!
Você tem um recurso inexplorado que tem o poder de fazer seu estabelecimento decolar ou falir: a sua equipe de restaurante. Na linha de frente, lidando com os clientes, com a cozinha, protocolos e processos, é ela quem poderá te dar insights extremamente valiosos para o sucesso do seu negócio.

A seguir, listamos seis perguntas que você precisa fazer à sua equipe de restaurante para ter sucesso. Confira!

1. O QUE O FAZ SAIR DA CAMA PELA MANHÃ?

Entender o que motiva seus funcionários é um caminho direto para o sucesso deles – e para o seu também. Talvez você esteja gastando dinheiro em reuniões mensais luxuosas ou em uma refeição grátis após cada expediente, mas tudo o que eles querem realmente é flexibilidade de horário.

Ao conhecer os fatores de motivação de cada funcionário, você tem a possibilidade de melhorar seu desempenho, fazendo com que todas as horas pagas pelo trabalho sejam revertidas em melhores resultados para você.

Seu insight: O trabalho de um funcionário custa caro, por isso, você deve saber motivar a equipe de restaurante para melhorar a produtividade de forma econômica.

2. QUE HABILIDADES VOCÊ ESPERA APRENDER AQUI?

Contratar é caro, e servir pode parecer um trabalho para quem está sem saída. Mesmo assim, você pode reter pessoal e incentivá-los a desenvolver novas habilidades. Quando os membros da equipe de restaurante recebem oportunidades de crescer e assumir novas responsabilidades, eles são muito mais propensos a permanecem na empresa e tornam-se jogadores valiosos em seu negócio.

Seu novo funcionário pode parecer um pouco cru, mas uma vez que você que você diz a ele que o plano de carreira a longo prazo é gerir um restaurante de cinco estrelas, você pode direcioná-lo a um caminho de melhorias que o tornarão muito melhor. Fique atento!

Seu insight: A sua equipe de restaurante dos sonhos pode já estar trabalhando para você: a aprendizagem dirigida irá aumentar o potencial do seu pessoal e melhorar a qualidade de seu trabalho.

3. COMO OS CLIENTES SE SENTEM QUANDO TERMINAM A REFEIÇÃO?

O que você faria se tivesse uma maneira de descobrir exatamente como os clientes se sentem sobre o seu restaurante: desde a qualidade dos guardanapos até a qualidade do atendimento?

Se você acha que não tem essa informação, saiba que você está errado! Seus funcionários são a porta de entrada para a cabeça dos clientes. Peça à sua equipe que acompanhe o check-out de cada cliente após a visita. Depois, instrua-os a perguntar como foi a noite, se os clientes gostaria de deixar um feedback para o restaurante e se há algum ponto da experiência a destacar.

Com base nesta declaração, você pode trabalhar em diversos planos de ação para melhorar a qualidade do serviço que oferece em seu restaurante.

Seu insight: o feedback dos clientes é incrivelmente valioso, mas é provável que não seja ouvido pela administração. Incentivar o pessoal a pesquisar comentários dá ao seu cliente uma voz e proporciona a visão que você precisa para fazer mudanças eficazes para o seu negócio.

4. EXISTE ALGO NO MENU QUE CAUSE LHE CAUSA DESCONFORTO?

Apesar de todo o seu talento, há a possibilidade de algum item de seu menu não agradar tanto assim. Você já se perguntou se existe algum prato que que sua equipe de restaurante não se sente orgulhosa em servir, porque os clientes resmungam continuamente sobre isso?

Não assuma que você já sabe de tudo. Seus relatórios de vendas podem indicar que a pizza Margherita é o seu prato mais popular, porque é um clássico de vendas, mas talvez o seu aperitivo de azeitonas quentes agrade ainda mais os clientes – o que é bom saber se você estava pensando em cortar despesas começando justamente pelas azeitonas.

Seu insight: Olhar para as coisas a partir da perspectiva do cliente irá ajudá-lo a tomar decisões mais sólidas para que você possa maximizar o seu menu e servir melhor os seus convidados.

5 – O QUE PODERÍAMOS FAZER PARA TORNAR SUA JORNADA DE TRABALHO MAIS LEVE?

Na maioria das vezes, devido ao excesso de trabalho, os gestores não estão conscientes da parte mais estressante do trabalho de sua equipe de restaurante. São as pessoas que vivenciam os processos no dia a dia as mais propensas a ver as falhas ou erros, então, por que não ouvi-los?

Se você oferece um serviço de brunch e tem todas as bebida no bar, mas a cafeteira está na cozinha, por exemplo, isso pode não parecer grande coisa para você, mas pode significar uma grande perda de tempo para o funcionário que precisa correr até lá para pegar mais uma rodada de café.

Movendo a estação de café para o bar, eles poderiam acelerar o  serviço e aumentar o giro das mesas. Viu como é simples resolver um problema com uma simples pergunta?

Seu insight: Olhar para os pequenos detalhes que estão criando inconvenientes ou perda de tempo desnecessária resulta em um serviço aprimorado e uma equipe de restaurante muito mais saudável.

6. EM COMPARAÇÃO AO SEU EMPREGO ANTERIOR, COMO VOCÊ NOS VÊ?

Funcionários de restaurante que já tiveram experiências podem oferecer ótimas sugestões para a implementação de processos, atividades sociais, incentivos e bônus, mas muitas vezes nem sequer são questionados. Esta é uma ótima maneira de fazer mudanças positivas dentro do seu restaurante sem realmente ter que experimentar ou assumir um risco, então, por que não fazer essa pergunta à sua equipe de restaurante?

Seu insight: Um vislumbre de como outros restaurantes estão lidando com as coisas pode fazer maravilhas pela sua gestão.

Agora que você já sabe como a comunicação com a sua equipe é essencial para a captação de insights e feedbacks, é só soltar o verbo. Fazer as perguntas certas traz detalhes impactantes e proporcionam a você a possibilidade de fazer mudanças duradouras para uma experiência mais feliz e uma equipe de restaurante mais ágil.



                              FONTE:ECOMANDA A MELHOR SOLUÇÃO EM AUTOMAÇÃO PRA RESTAURANTES