quinta-feira, março 23, 2017


Experiência do cliente é o foco para o restaurante do futuro - Embora exista uma infinidade de novas tecnologias que podem potencializar as capacidades das próximas gerações, é a experiência do cliente que definirá o restaurante do futuro. E a pesquisa realizada pela Deloitte comprova esse argumento. Confira no post de hoje!

A chegada da tecnologia de ponta vem transformando, cada vez mais, a experiência de alimentação de muitos clientes através das inovações adotadas e inseridas por restaurantes que acreditam na evolução dos negócios como fórmula para a sobrevivência. Disso, não há dúvidas. Mas, contudo, se pararmos por um instante para pensar a esse respeito, qual se torna, então o principal desafio dos donos e gestores de bares e restaurantes? A resposta é simples: como entender seus clientes e aproveitar a tecnologia para proporcionar uma experiência personalizada.

Com todas as possibilidades que o mundo moderno e era digital trouxeram, as expectativas do consumidor se tornaram maiores do que nunca. Seja para comprar um sapato, uma casa ou um lanche, o que não faltam são opções. E não se trata apenas do tipo de produto, mas da entrega, das facilidades, da conveniência e da experiência agregada. E cada vez mais os consumidores esperam o mesmo do setor da alimentação: diferenciação, facilidade, conforto e conveniência.

E no ramo da alimentação não é diferente. Para os restaurantes que investem em melhorias neste sentido, como pedidos online, flexibilidade de pagamento, customização e entrega, a pesquisa realizada pela Deloitte mostra que o retorno vale a pena. Aumento do tíquete médio de consumo, frequência dos pedidos, conversão dos clientes e fidelização são apenas alguns dos resultados observados pelas empresas que apostaram na inovação digital.

Muito além da tecnologia

Se pensarmos no ciclo de vida do cliente dentro de um restaurante, teremos cinco etapas principais que determinam sua experiência nessa jornada: escolher um restaurante; pedir comida; pagar; receber ou pegar o alimento; e se envolver após a refeição através de mídias sociais, programas de fidelidade e outras conexões.
Ao criar experiências digitais integradas a cada uma dessas fases, o restaurante é capaz de construir um ponto de conexão mais profunda com os clientes. Já existem alguns estabelecimentos que aplicam nessa prática o histórico de pedidos do cliente para lembra-los do último consumo, ou ainda casas que utilizam tablets para agregar flexibilidade, dinamismo e autonomia para o cliente fazer seu pedido sem depender do garçom.

Para Andrew Feinberg, líder de consultoria de restaurantes nos EUA e consultor LLP da Deloitte, apesar de existir uma infinidade de tecnologias que podem ampliar as possibilidades dos restaurantes, é a experiência do cliente que definirá o restaurante do futuro. “As empresas bem-sucedidas provavelmente serão aquelas que melhor entenderão seus clientes, capitalizarão a tecnologia digital e sua análise e envolverão os clientes de uma forma altamente personalizada em seu DNA.”

A partir da pesquisa, a equipe da Deloitte define que há alguns pontos fundamentais que um estabelecimento deve considerar para escolher e implementar novas tecnologias. Confira a seguir quais são:

Conheça o cliente

As empresas de hoje podem coletar dados de programas de fidelidade e outros pontos de contato e aplicar técnicas analíticas sofisticadas para transformar esses dados em insights poderosos. Também é importante ficar atento às mídias sociais e interações dos clientes no balcão de atendimento. A informação recolhida a partir destas fontes pode ajudar a criar estratégias e ofertas que dão aos clientes o que eles querem, quando eles querem.

Conheça a empresa

Entender o cliente pode ser crítico, mas conhecer a empresa é igualmente importante. Quem é a empresa como marca? Qual é a experiência que sua empresa proporciona? As respostas a estas perguntas orientarão os investimentos em capacidades específicas da sua empresa, bem como sua identidade e potencial de implementação de novas tecnologias de acordo com o perfil traçado.

Trabalhe duro para se destacar

Muitas vezes a inovação pode se tornar um fator de sucesso e uma característica de sua marca se bem trabalhada, ajudando a alcançar destaque perante a concorrência. Recursos exclusivos como menus secretos, promoções e ações diferenciadas podem ser criados através de um trabalho integrado entre a equipe de cozinha, marketing e tecnologia, transformando a jornada do cliente em uma grande e marcante experiência.

Da tecnologia tradicional aos recursos de ponta

Aplicativos, sistemas de reservas online e opções de pagamento por telefone são todas inovações poderosas. Mas nenhuma solução irá garantir o sucesso de um restaurante no futuro. Em vez disso, cada solução é um elemento fundamental de uma estratégia abrangente.

Por exemplo, o site de um restaurante é uma importante fonte de informações para os clientes que buscam localização, menu e preços para determinar onde comer. Ao mesmo tempo, muitos clientes esperam receber e-mails sobre promoções. Esses dois canais já tradicionais funcionam melhor juntos do que por conta própria. O mesmo pode ser dito para a maioria das tecnologias: seu poder está na maneira que servem ao cliente como parte da experiência como um todo.
Faça hoje, olhe para o amanhã

Os executivos de restaurantes não podem prever todas as mudanças que afetarão seus negócios nos próximos anos, mas eles podem monitorar o mercado de tecnologias emergentes e desenvolver um método de triagem para determinar o que pode ampliar a atração e lealdade do cliente. A marca pode servir como um guia neste processo. Para cada tecnologia digital, você deve se perguntar: será que tem a ver com a marca e sua identidade?


O objetivo do restaurante do futuro é criar para os clientes uma experiência eficiente através de jantar em casa, drive-thru, takeout e até mesmo a entrega de terceiros. Isso significa ter o alinhamento entre aplicativos, sites, sistemas de ponto de venda, de gestão e terceiros. Para oferecer serviços desta forma, com estratégia e inteligência, as empresas que desejam liderar o mercado devem ficar a par da inovação tecnológica e entrega-la aos seus clientes em um ritmo adequado para eles, para a marca e para o negócio.



                  By Letícia Spinardi
In Tecnologia e tendências GOOMER 


quarta-feira, março 22, 2017


Você sabe como definir preços de restaurante?
Muitos bons negócios no ramo da alimentação acabam por uma simples razão: ao final do mês, as despesas superam as receitas. Uma equação simples, mas ao mesmo tempo muito complexa. Para apresentar os principais conceitos por trás da precificação, imagine que vamos abrir um bar que só vende Coca-Cola. Decidimos, observando a concorrência, que o preço da unidade do refrigerante será de R$ 4,00. Quando fazemos isto, estamos precificando, utilizando o conceito de teto do mercado, portanto, este é o preço que o consumidor está propenso a aceitar pagar, o valor considerado justo pelo mercado.

Outra forma de definirmos o preço é partir do preço de custo do produto. Imagine que a Coca-Cola nos venda o produto por R$ 1,00. Podemos então usar o “mark-up”, um termo em economia que indica quanto o preço está acima do seu custo de produção e distribuição. Pode ser expresso como uma quantia fixada ou como percentual. Ele vai nos determinar o valor de venda. No exemplo, o “mark-up” é de 300%, uma vez que definimos o preço de venda de R$ 4,00.

O interessante é que nem a definição por teto de venda , nem o uso do “mark-up” respondem a uma questão importante: será que teremos lucro ao final do mês? O “mark-up” deve ser calculado observando os custos envolvidos na operação: despesas de venda, administrativas, financeiras, fiscais e, é lógico, a definição do lucro que você espera em cada produto para que assim você tenha sucesso. Ocorre que, quando estamos abrindo um negócio novo, ou principalmente uma operação que não temos informação, é importante que observemos um período de atuação, uma semana ou um mês, para avaliarmos se estamos acertando ou errando na precificação. Ao final do mês, teremos o resultado real da operação, saberemos quanto faturamos e quais foram os gastos totais.


Aproveitando o exemplo, o resultado da operação é que foram vendidas 20 Coca Colas por dia, e, como a casa funciona de segunda a domingo, temos 30 dias de vendas, o que nos leva a vendas totais de 600 refrigerante no mês. Considerando o valor de venda, temos um faturamento de R$ 2.400 mensais, o faturamento bruto.

Então é hora de calcularmos todos os custos da operação. Entre aluguel, água, luz, pessoal e impostos, o custo da casa chega em R$ 1.600 mensais. Estes são os custos de operação. Não devemos esquecer dos custos do produto. Você terá que pagar a Coca Cola um real por refrigerante comprado. Para simplificar o exercício, vamos pensar que você comprou 600 unidades do produto no mês, exatamente o que foi vendido.

Somando os custos de operação de R$ 1.600 e custos do produto R$ 600, temos um total de R$ 2.200 de despesas, o que nos leva a um lucro antes dos impostos de R$ 200. Uma rentabilidade de 8% que, com os impostos, ficará ainda mais baixa. Importante dizer que este exemplo é totalmente hipotético. Mas considerando esta hipótese, podemos melhorar a operação com um aumento no “mark-up”, que passaria de 300% para 350%. O preço do produto seria de R$ 4,50. Teremos então um aumento de R$ 0,50 em cada venda, gerando uma receita extra de R$ 300.

Se o mercado tolerar o aumento, podemos ampliar o ganho, mas se o preço teto for mesmo de R$ 4,00 são grandes as chances do volume de vendas no período ser bem menor do que o do primeiro mês, comprometendo a saúde da operação.

Outra forma de ajustar a questão é reduzindo o valor do aluguel do imóvel. Imagine que se consiga uma redução de R$ 200 nos primeiros três meses de operação. Este valor automaticamente terá impacto no lucro e na rentabilidade.


O exemplo demonstra o quanto é importante planejar um negócio antes de sua abertura. Projetar custos e faturamento. Avaliar a concorrência. Ter alguma meta definida que possa ser avaliada depois. Uma outra forma de precificação também é a percepção de valor.

É interessante falar deste assunto em relação ao mercado de restaurantes, pois este ano assistimos várias casas deixarem, por um período, o consumidor definir os preços dos pratos. Nos depoimentos, observamos que os valores ficaram próximos dos adequados e, em alguns casos, ficou evidente que o consumidor não via valor em algumas ofertas.
                               Reginaldo Andrade "Infoods"

sexta-feira, março 17, 2017


Como transformar seu garçom em um vendedor

O garçom, hoje, estabeleceu-se como uma peça-chave para fazer boas vendas em seu restaurante. Servir bem o cliente é apenas mais uma das funções do garçom, que é figura importantíssima para a rentabilidade do estabelecimento — e, para sua eficiência, ele deve agregar um talento pessoal a um bom treinamento.

Com a crise batendo às portas do Brasil, investir em novos profissionais pode não ser a melhor saída. Então, por que não melhorar a equipe para promover um salto no faturamento do restaurante? Confira, no post de hoje, como transformar seu garçom em um garçom vendedor!

Pense bem — quando o cliente chega ao restaurante para conhecer um novo prato, trata-se de um processo de venda em que o cliente não vê ou, pelo menos, não experimenta o produto antes de comprar.

Aqui, como qualquer bom vendedor, o garçom precisa ser comunicativo e saber instigar o cliente — além, é claro, de ter noções de etiqueta, como arrumar adequadamente a mesa, colocar os pratos, copos e talheres na posição correta, saber o momento certo de servir as bebidas, etc.

Mais do que isso, também já está comprovado que a aprovação ou não do seu restaurante pelo cliente está diretamente relacionada com o atendimento — que é oferecido por quem? Pelo garçom! Um cliente que se sinta bem atendido estará muito mais disposto a ficar mais tempo no estabelecimento — consequentemente gastando mais e, ainda, se sentindo muito mais estimulado a retornar outras vezes e a recomendar seu restaurante a seus familiares e amigos.

Quais são as qualidades necessárias a um garçom vendedor?

Um bom garçom deve possuir um certo talento pessoal alinhado a um bom treinamento, que deve ser oferecido pelo próprio restaurante. Mas quais as qualidades que precisam ser trabalhadas para oferecer um atendimento de excelentíssima qualidade e, assim, transformar seu garçom em um garçom vendedor? Conheça-as a seguir:

Boa comunicação e simpatia

É fundamental que garçom saiba se expressar bem e, além disso, que ele seja sempre simpático, carismático e atencioso. Durante as reuniões e treinamentos com a equipe de garçons, ressalte sempre a importância disso — o cliente tende a se sentir muito mais à vontade em um ambiente onde os profissionais agem de forma receptiva e simpática.

Bom português

Para qualquer profissional que trabalhe com o público — ou seja, inclusive para garçons e vendedores — falar corretamente o português é essencial. Em muitos ambientes, erros e gírias não são perdoados, podendo ainda causar uma péssima impressão sobre o funcionário e, consequentemente, sobre o restaurante.

Conhecimentos de culinária

Como dito anteriormente, o restaurante está vendendo um produto que o cliente não prova antes de comprar. Por isso, é fundamental que o garçom possua um bom conhecimento de culinária, para poder explicar aos clientes o diferencial dos pratos, os ingredientes utilizados, a tipicidade do prato, entre outras características.

O garçom vendedor precisa conhecer todos os pratos servidos pelo restaurante, assim como as bebidas e as guarnições do cardápio.

Conhecimento de outros idiomas

Atualmente, o inglês é um idioma extremamente requisitado. Dependendo da localidade do seu restaurante, se clientes estrangeiros costumam aparecer — nem que seja apenas de vez em quando —, ter uma equipe que saiba falar bem outros idiomas, pelo menos do inglês, é fundamental, principalmente em restaurantes de hotéis e em restaurantes sofisticados.

Cuidado com a própria imagem

Manter uma imagem apresentável é essencial aos vendedores, bem como deve ser aos garçons. Manter o cabelo bem cortado e a barba feita, por exemplo, conta pontos com o cliente.

E apesar do uniforme tradicional de camisa branca com gravata borboleta já não ser mais tão requisitado, manter um uniforme padronizado e para a equipe é algo positivo para o restaurante.

Como oferecer o treinamento aos garçons?

O próprio restaurante pode oferecer treinamentos, contratando um profissional especializado para capacitar a equipe e mostrar a importância do serviço de alto padrão. Ou, então, o treinamento pode ser externo, em algum lugar que ofereça um curso ou especialização na área.

E então, que tal transformar seu garçom num garçom vendedor? Compartilhe este post nas suas redes sociais para espalhar nossas dicas que, com certeza, melhorarão o desempenho e o sucesso do seu restaurante!

                                        Fonte: Dicas para fazer seu restaurante bombar e fazer seus clientes te amarem!  www.blogger.com


quinta-feira, março 16, 2017


10 práticas abusivas que fazem os clientes fugirem da sua loja
"No Dia do Consumidor, EXAME.com mostra o que você não deve fazer para manter os clientes sempre por perto".

São Paulo – Empurrar seus produtos com insistência para o cliente ou tentar sempre vender o que é mais caro pode ser um tiro no pé. Em vez de aumentar suas vendas, você acaba perdendo consumidores por falta de bom senso.

No Dia do Consumidor, EXAME.com mostra 10 práticas abusivas que afastam os clientes da sua loja. Várias delas ferem o Código de Defesa do Consumidor, outras simplesmente impedem que você crie uma relação de fidelidade. Confira o que você não deve fazer na sua loja:

1) Insistir demais para o cliente comprar

Toda vez que você precisa convencer o outro a comprar, está abusando do consumidor. Ao dizer que uma roupa combinou perfeitamente com o cliente, por exemplo, você invade sua privacidade e extrapola o bom senso.

“O bom vendedor deixa o cliente à vontade para comprar. Ele apenas informa sobre o produto, mas não força a venda”, aponta o professor Marco Aurélio de Sá Ribeiro, gerente nacional de empreendedorismo e internacionalização do Ibmec.

2) Tratar o cliente mal porque ele não levou o produto

Em vez de tratar mal o cliente porque ele não levou seu produto, aproveite esse momento para entender o que falta na loja e dialogar com o consumidor. “A palavra-chave é relacionamento. Se você atende bem, as pessoas voltam depois”, orienta Ribeiro.

3) Empurrar o produto mais caro

Se a loja está em promoção, priorize mostrar aos clientes os produtos com desconto. Além disso, deixe claro onde estão as peças promocionais.

4) Conhecer menos que o cliente sobre o produto

É comum clientes estarem mais informados sobre produtos do que os próprios vendedores, mas isso é um erro.  “A empresa precisa de momentos para reunir a equipe e mostrar as necessidades seus produtos resolvem. Se não, os vendedores deixam passar oportunidades”, explica o diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas), Carlos Cruz.

5) Tratar com descaso quem troca produtos

A troca pode ser uma oportunidade para encantar o cliente e atender suas expectativas. “O lojista tem que se dar conta que o pós-venda é, na verdade, a pré-venda de uma próxima vez”, lembra Cruz.

6) Cobrar preço diferente do anunciado

Se o preço no site ou na loja estiver diferente do anunciado na propaganda ou na etiqueta, saiba que o consumidor tem direito de pagar pelo preço menor – e não adianta bater o pé. A razão está com o consumidor mesmo quando há um erro de sistema.

No Google Adwords, por exemplo, se qualquer preço ou condição estiver diferente do prometido, o anunciante é suspenso ou banido, se for reincidente. “Tudo que o anunciante vender no anúncio precisa ser cumprido no site”, ressalta  o head de varejo do Google, Rodrigo Rodrigues.

7) Recusar a venda para clientes não cadastrados

Se o consumidor se recusar a fornecer dados para o seu cadastro na hora da compra, jamais se recuse a vender. “Não faz sentido exigir um monte de dados que não têm nada a ver com o produto”, orienta a presidente do Instituto Brasileiro de Politica e Direito do Consumidor (Brasilcon), Amanda Flávio.

8) Não trocar o produto com defeito ou comprado na internet

O Código de Defesa do Consumidor garante o direito de arrependimento para quem compra produtos à distância, pelo telefone ou online. O lojista é obrigado a trocar o produto até sete dias depois da entrega.

Já se o produto veio com defeito,  comprado online ou na loja física, a empresa é obrigada a trocá-lo em até 30 dias após a compra. Não vale criar qualquer tipo de dificuldade para o cliente.

Fora dessas situações, ao contrário do que muita gente pensa, os lojistas não são obrigados a trocar o produto. Mas é de bom tom, segundo especialistas.

9)  Praticar venda casada

É proibido condicionar a compra de um produto à de outro ou à contratação de um serviço. Se você tem uma loja de cortinas, por exemplo, não pode exigir que a instalação seja feita por você, a não ser que não cobre por isso.

10) Ignorar o consumidor em seus canais de atendimento


Sempre mantenha um e-mail e um telefone disponíveis para prestar esclarecimentos ou ouvir reclamações dos clientes. Mas não basta apenas ter esses canais ou dar sempre uma resposta padrão. Atenda à demanda do seu cliente.


                                         Por Júlia Lewgoy

terça-feira, março 14, 2017


Milionário aos 24: “Estava quebrado até descobrir esta fórmula! ”

Eu era quebrado até descobrir uma fórmula secreta que irei compartilhar nesse artigo.

Salário após salário, sempre existia muito mês no fim do dinheiro. Eu estava me matando para pagar as minhas contas e o débito estudantil. Não conseguia sair do lugar, e isso me levou a procurar qualquer tipo de solução.

Eventualmente, eu aprendi que a única maneira de você ganhar mais dinheiro é se você criar um impacto maior. Quanto maior o impacto, mais dinheiro irá ganhar. Impacto é igual a renda. E o jeito de causar um grande impacto é oferecendo um ótimo serviço.

O segredo é o serviço.

Todos nós já ouvimos algumas pessoas dizerem, “Os meus pais trabalharam todo este tempo, e ainda não conseguiram juntar nada”. Não significa que estas pessoas não fizeram um bom trabalho ou não causaram impacto, mas elas negligenciaram a verdade desta fórmula.

Ganhar dinheiro é fácil e você deve lembrar desta fórmula pelo resto de sua vida: A demanda pelo que você faz, a sua habilidade em fazer, e a dificuldade de substituir você irá determinar o tamanho de sua renda.

Vamos dividir isto em três partes:

1 – A demanda pelo que você faz deverá ser alta se você quer ser bem pago
Se você estiver comprando um pacote de água mineral e vendendo de porta em porta na sua vizinhança, não espere ganhar uma fortuna. Mesmo que seja uma excelente maneira de começar a ganhar algum dinheiro, não haverá grande demanda pelo seu produto, já que a maioria das pessoas tem água em casa.

Entretanto, se você estiver vendendo água mineral para turistas que estão caminhando em um dia calorento na Grande Muralha da China, você poderá cobrar U$5 ou até mesmo U$10 por garrafa. Se tiver centenas de turistas passando por você e nenhum concorrente, você poderá voltar para a casa com centenas ou milhares de dólares por dia.

Se você quer ganhar mais dinheiro, procure por pessoas que demandam algum produto ou serviço. Você também poderá criar uma demanda, se for possível. Por exemplo, antes do elevador ser criado, todos pegavam as escadas. Hence, o cara que criou o elevador também acabou criando a demanda. O que você oferece deve ter alta demanda se você quiser ganhar dinheiro de verdade.

2 – A sua habilidade de executar a tarefa deve ser a melhor possível se você quiser ter uma renda alta.

Se você executar um serviço medíocre, as pessoas não dependerão ou esperarão muito de você. O oposto também acontece, se você for altamente capaz e confiável, conseguirá mais serviços e ganhará muito mais.

Vamos dar o exemplo de um garçom no restaurante. Vamos assumir que a renda média de um garçom em um turno de 4 horas seja de U$100 por turno. Se o João costuma atender em média 10 mesas por turno, provavelmente ele ganhará os U$100.

Entretanto, se a Tina conseguir atender mais mesas com um serviço rápido e mais eficiente, ela poderá ganhar U$150 por turno, que da U$50 a mais que o João por turno de trabalho. A sua personalidade, segurança e consistência a permitiu atender os clientes de uma maneira melhor. As suas habilidades irão pagar as suas contas.

Se você estiver procurando ganhar mais dinheiro, você deve aumentar a sua capacidade de entregar o seu produto ou serviço de uma maneira excepcional, mesmo se não conseguir enxergar recompensas imediatas. Nada pode substituir alguém com habilidades excepcionais de fazer um bom trabalho. 

Bote pra quebrar!

Atletas ganham fortunas porque eles são insubstituíveis.

3 – A dificuldade de substituir o que você faz deve ser alta.

Se você quer ser caixa, você não pode esperar ganhar uma quantidade grande de dinheiro. Na verdade, você será altamente substituível, já que é fácil encontrar outros caixas. Portanto, o seu trabalho provavelmente deve ter uma lista com muitas pessoas esperando por vaga.

Por outro lado, se você fosse um atleta de elite, a dificuldade de substituir você seria muito alta. Você conseguiria um contrato de U$100 milhões nos quatro principais esportes dos Estados Unidos. As pessoas que construíram uma reputação por fazer um trabalho superior serão melhores recompensadas. Elas são insubstituíveis.

Existe algo que você consegue fazer melhor que todo mundo e que existe demanda por isso? Você tem a habilidade de oferecer um serviço impecável? Se você fizer com grande habilidade, e for de alta demanda e difícil de encontrar, então você pode esperar ser o que mais irá ganhar neste segmento em particular, esta fórmula é infalível.

Lembre-se: Dinheiro é a colheita de sua produção.

Sobre o Autor: Daniel Ally é um especialista em negócios internacionais, três vezes autor best-selling e palestrante keynote. Como fundador do The Ally Way, ele ajuda milhares de líderes de negócios a aumentarem os lucros e influência em suas áreas. Daniel se tornou milionário aos 24 anos de idade.


Fonte: http://www.businessinsider.com 



Temer sanciona sem vetos lei que regulamenta cobrança de gorjetas.

Projeto foi aprovado pelo Congresso e estabelece, entre outros pontos, as regras para divisão das gorjetas nos estabelecimentos; pagamento continua optativo, a critério do cliente.

Presidente Michel Temer sancionou nesta segunda-feira (13), sem vetos, o projeto aprovado pelo Congresso Nacional que regulamenta a cobrança e a divisão de gorjetas nos estabelecimentos comerciais, informou a assessoria da Presidência.

A sanção da lei não muda o caráter optativo das gorjetas nem estabelece a proporção a ser paga. Portanto, o pagamento continua a critério do cliente.

De acordo com a Secretaria de Imprensa, a sanção da lei deverá ser publicada na edição desta terça (14) do "Diário Oficial da União" e a lei entrará em vigor em 60 dias.

O projeto foi aprovado pelo Senado e pela Câmara dos Deputados e estabelece, entre outros pontos, as regras para a divisão das gorjetas e a parte que será destinada ao pagamento de encargos.

O que diz o projeto

Pelo projeto aprovado pelo Congresso, a gorjeta deverá ser destinada aos trabalhadores e integrada aos salários desses funcionários.

A nova lei estabelecerá, ainda, que o pagamento será anotado na carteira de trabalho e no contracheque do funcionário.

Pelo texto, a distribuição do montante recebido pelo estabelecimento será feita segundo critérios definidos em convenção ou acordo coletivo de trabalho.

Outros pontos

A regulamentação da gorjeta também estabelece:

Se a empresa tiver cobrado gorjeta por período maior que um ano e decidir acabar com a cobrança, a média dos valores recebidos pelo funcionário nos 12 meses anteriores deverá ser incorporada ao salário do empregado;

Ainda segundo o texto, empresas com mais de 60 funcionários terão de constituir uma comissão de empregados para fiscalizar a cobrança e a distribuição da gorjeta;

O descumprimento de regras estabelecidas pela lei obrigará o restaurante, bar, hotel, motel ou similar a pagar multa ao trabalhador. O valor será equivalente à média da gorjeta por dia de atraso, limitada ao piso salarial da categoria. Essa limitação será triplicada caso o empregador seja reincidente.

Regime diferenciado

No caso das empresas inscritas em regime de tributação federal diferenciado, o texto estabelece:

Retenção de 20% do que foi arrecadado com a gorjeta;
O montante será destinado ao pagamento de encargos sociais, previdenciários e trabalhistas derivados da integração à remuneração dos empregados.


Para as empresas não inscritas em regimes diferenciados de tributação, a retenção será de 33%. O valor remanescente após a quitação dos encargos deverá ser revertido integralmente ao trabalhador.

                    Por Luciana Amaral, G1, Brasília

segunda-feira, março 13, 2017


Rival do Uber Eats, SpoonRocket aposta em entrega rápida para crescer no Brasil - Comprado pelo iFood em março de 2016, serviço criado nos EUA começou a operar no Brasil alguns meses depois e hoje atua em SP, RJ, Curitiba e Brasília.

Lançado oficialmente no Brasil em setembro de 2016, o SpoonRocket já opera em quatro cidades brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília, destino mais recente do serviço de Delivery. Por enquanto, o rival Uber Eats, que desembarcou por aqui em dezembro, está presente apenas na capital paulista.

Em seus primeiros meses no mercado brasileiro, entre setembro e dezembro do ano passado, o SpoonRocket alcançou a marca de 60 mil pedidos entregues em SP, RJ e Curitiba - a capital federal recebeu o serviço apenas em janeiro de 2017.

Mudanças

Comprado pelo iFood em março de 2016, o SpoonRocket foi reformatado pela empresa brasileira de entrega de comida antes de começar a operar no país, onde possui aplicativos para aparelhos iOS e Android.

Isso porque o serviço criado nos EUA cuidava de todas as pontas na sua terra natal, incluindo a preparação dos pratos e a entrega das encomendas, enquanto que aqui no Brasil o foco é oferecer o serviço de delivery para restaurantes que ainda não possuem essa modalidade, da mesma forma como o Uber Eats atua - o iFood, por outro lado, funciona como um marketplace para estabelecimentos que já possuem serviço de entrada de comida.

Outra mudança nesta vinda ao Brasil foi a forma de entrega dos pedidos, uma vez que a empresa usava carros para o delivery nos EUA. Por aqui, como esperado, a opção foi pelos motoboys, provavelmente a única saída viável para a maioria das grandes cidades brasileiras.

Entrega rápida e app simples

Segundo a empresa, o tempo médio baixo de entrega (em torno de 30 minutos) é possível por uma variedade de fatores. “Essa entrega rápida acontece porque escolhemos restaurantes que são próximos e selecionamos os pratos que possam ‘viajar bem’ com os motoboys e que tenham tempo de preparo menor. Além disso, usamos um algoritmo logístico, que compramos na Califórnia do SpoonRocket, para o entregador ir buscar o pedido rapidamente”, explica o CEO da empresa, Roberto Gandolfo.

Expansão

Principal mercado do SpoonRocket no Brasil, São Paulo possui atualmente cerca de 400 estabelecimentos cadastrados no aplicativo, número bem maior do que os locais disponíveis nas outras cidades. Para efeito de comparação, no Rio de Janeiro o app possui cerca de 100 restaurantes cadastrados contra 30 em Curitiba e pouco mais de 20 em Brasília.


Para 2017, o plano é iniciar operação em outras capitais do Brasil, como já aconteceu em janeiro com Brasília. No entanto, a empresa não revela quais serão os seus próximos destinos no país.


                  Fonte: IDG Now

sábado, março 11, 2017


Falta de tempo ou de prioridade?

Você já justificou que não ia poder fazer alguma coisa por causa da falta de tempo?

É normal darmos desculpas que não temos tempo para nada, que não conseguimos fazer o dia render…, mas será mesmo? Será que não estamos simplesmente dando prioridades para as coisas que não estão gerando resultado?

O problema não é a falta de tempo, mas a prioridade.

Sabe qual a única coisa que não vai ser diferente nem para mim, nem para você, nem para as pessoas mais bem-sucedidas do mundo?

É que o dia para todos nós tem sempre 24 horas.

Sim, todo mundo tem as mesmas 24 horas por dia,

Mas como esses ceo’s, empreendedores e atletas de elite conseguem realizar tanto, sendo que eles têm o mesmo tempo que todo mundo?

Bem, a diferença está na prioridade.

Eles dão prioridade para aquilo que mais importa e traz resultado. por isso que eles vivem em alta performance.

Tente fazer o seguinte teste:

Ao invés de você falar “eu não tenho tempo” experimente começar a falar “isso não é minha prioridade”, analise seu sentimento.

Quando você muda suas palavras, você começa a perceber que a falta de tempo é só uma questão de escolha.

Talvez já tenha ouvido uma pessoa falar o seguinte, não tenho tempo para nada, não consigo nem respirar.

E eu te digo o seguinte:

Não existe pessoas sem tempo para “nada”, o que existe são pessoas dando prioridades para outras coisas.
Isso reflete muito bem algo que aconteceu comigo recentemente, eu estava mega compromissado com o congresso brasileiro de poker, e também estava desenvolvendo o moving up, mas recebi um convite de um amigo empreendedor para participar de um coquetel em são paulo com vários empreendedores tops.

Nesse momento, eu pensei em mil desculpas para falar não, mas nessa hora lembrei desse conceito de prioridade.

Comecei a refletir: “o que é importante para mim nesse momento? ”

Claro, o congresso e o moving up eram muito importantes, mas eu sabia que se fosse para são paulo, iria conhecer pessoas, receber informações e estaria presente com as pessoas que iam fazer a diferença para mim.

Então nesse momento peguei o carro e fui praticamente tendo todas as desculpas para desistir. o resultado é que foi muito produtivo, fiz algumas amizades e recebi conselhos valiosos, que certamente potencializaram meu negócio e meus projetos posteriores.

Nesse momento percebi que nossas prioridades fazem o tempo render. Claro, pois quando você define sua prioridade, todas as coisas que não fazem parte desse objetivo acabam se tornando nulas, com isso sobra mais tempo.

Então eu te pergunto, você está dando prioridade para as coisas certas? Para as coisas que realmente vão gerar resultado na sua vida?

E como é possível levar uma vida em alta performance, sendo mega produtivo e como consequência ter resultados fora do comum?

É preciso se posicionar para vencer.

Se você está fazendo algo obrigado, que toma muito tempo, estando totalmente insatisfeito. Será preciso analisar suas prioridades.

Pois com certeza você tem tempo de realizar uma mudança.

Analise comigo:

Vamos imaginar que nas suas 24 horas você passa 8 horas dormindo e 8 horas trabalhando, nesse caso sobram mais 8 horas por dia.

Supondo que você gasta 2 horas com atividades diárias, como comer, ir ao banheiro e tomar banho.

Bem, agora sobram 6 horas por dia, sem contar que provavelmente você não deve trabalhar nos finais de semanas.

O que você faz nessas 6 horas?

Será que o seu tempo não está sendo gasto em fóruns, redes sociais e televisão?

Não seria possível pegar esse mesmo tempo e estudar para melhorar seus resultados?

Como ler um livro, ir para academia, começar a assistir vídeos que realmente vão impactar sua vida.

Muitas pessoas confundem fazer o que ama com fazer o que gosta o tempo todo, mas o conceito verdadeiro é totalmente o contrário, é amar tanto o que você faz e querer tanto alcançar seus objetivos, que você consegue fazer um monte de coisa que até odeia e deixa de lado as coisas que gosta, pois você sabe que são essas escolhas que vão te fazer alcançar os resultados que você tanto deseja.

Na minha opinião, a sensação de você atingir seus maiores objetivos, é muito mais valiosa, só assim é possível elevar padrões, prestando atenção das prioridades do seu tempo.

Estou sempre atrás de conteúdos e de ações que vão me elevar, esse é o segredo para estar sempre buscando o próximo nível.

É por isso que criei o moving up que é um curso de alta performance, nele toda semana você recebe um conteúdo em vídeo de 30 à 50 minutos.

De qualquer forma espero que essas ideias tenham tem ajudado a refletir sobre o valor que você dá para as coisas, e o que realmente é prioridade na sua vida.

                   http://www.gabrielgoffi.com

quinta-feira, março 09, 2017


Soft Opening essencial e ideal para inaugurar novos bares e restaurantes.

Inaugurações causam expectativas e despertam curiosidades nos clientes, e quando essas expectativas não são atendidas, elas se tornam frustrações. Atualmente, abrir as portas de um novo restaurante ganhou um conceito inovador com o soft opening (pré-abertura ou abertura leve, em traduções livres).

Da abertura e inauguração à continuidade de serviço e promoções, hoje em dia os restaurantes precisam pensar em boas formas de fazer o cliente entrar, sentar, consumir e ainda ajudar com uma das mais antigas ferramentas de marketing, a propaganda boca a boca. Nada melhor do que uma boa divulgação feita por ninguém menos do que “o senhor cliente”, afinal, é ele quem irá determinar a continuidade de uma casa até seu sucesso.

Estamos deixando de ver com frequência aquelas inaugurações em eventos glamourosos e festas badaladas, a não ser em casos muito especiais. Até mesmo os grandes chefs têm preferido abrir seus novos restaurantes em soft opening, pois assim conseguem uma interação maior com seu público e têm a liberdade de experimentar seus novos pratos sem criar expectativas e muito menos frustrações.

O soft opening é uma forma simples, porém muito eficiente, de colocar um restaurante para funcionar. Resume-se simplesmente em abrir as portas após uma divulgação tímida de que, a partir daquela data, a casa estará aberta e servindo. Um método inteligente, que proporciona ao chef e aos colaboradores experimentar cardápios, receitas inovadoras, promoções de produtos e serviços diferenciados com o comprometimento do público através de pesquisas junto aos clientes durante sua estada na casa.

O sucesso num lançamento pode encher uma casa de imediato e a falta de prática na operação pode abalar a imagem e o desenvolvimento do negócio. O soft opening também serve para ajustar a operação ao real dia a dia da casa, afinal, não serão todos os dias que o restaurante lotará com filas de espera, mas, se isso se tornar uma realidade, esse período ajuda a mostrar o que deve ser feito para tentar diminuir as filas, pois, ninguém gosta de esperar horas para conseguir uma mesa e ser servido.

Na prática, um planejamento estratégico feito em conjunto com uma assessoria de imprensa e consultoria gastronômica pode criar um plano de ação para a abertura e o funcionamento da casa por um determinado período, onde o soft opening será aplicado.

A assessoria fará a parte de divulgação e promoção da casa nas mídias e a pesquisa junto aos clientes, e a consultoria gastronômica fará o gerenciamento de serviços e gastronomia para ajustar a operação do restaurante, adequando produção e serviço a cada momento, aproveitando os dados obtidos nas pesquisas.

As vantagens são enormes, já que minimiza custos ajudando a adequar os serviços e a gastronomia através de treinamentos, erradicando erros e desperdícios e ainda agrada os clientes, fazendo-os perceber que suas sugestões foram ouvidas pela administração e que ele está contribuindo para que o ambiente fique mais acolhedor e de acordo com seu gosto.

Casas abertas com o método soft opening demonstram que seu crescimento foi até 4 vezes maior, e em muito menos tempo do que a previsão normal de planejamento, com faturamentos da ordem de 25 – 30% maiores.

A fidelização de clientela, em alguns casos, é feita em menos de 3 meses a partir da abertura, e a aquisição de novos clientes quase que diária, movida pela propaganda boca a boca e com o auxílio de uma ferramenta interessante, a internet, pois, a assessoria, além de fazer toda a parte de pesquisas e a consultoria gastronômica as adequações, ainda estimula o cliente a fotografar os momentos de sua estada na casa e compartilhar em seus perfis nas redes sociais.

Soft opening é um método muito mais simples de abrir um restaurante e também muito econômico, direcionando a verba do início das operações de forma mais racional, equalizando compras, estoques e produção a cada momento e tornando a administração mais fácil, melhorando as perspectivas de crescimento e recuperação do investimento.



                 Texto - Marcelo Santos

Cardápio de Pizzas - Quer fazer um cardápio de pizzas? Veja nossas dicas!

Você está montando uma pizzaria? Esta é uma das modalidades de negócios mais promissoras na área de alimentação no Brasil, o que se deve ao fato de o país ser o segundo que mais consome pizzas em todo o mundo. As pizzarias podem ser bem-sucedidas tanto em grandes quanto nas pequenas cidades, pois elas trabalham com um público amplo de consumidores.

Claro, ao montar uma pizzaria é preciso avaliar a cidade/região, verificando a existência de demanda pelo alimento. Na análise você precisa levar em consideração a concorrência, afinal, sempre existe em uma cidade/região pessoas que comem pizzas, contudo, devido a outros estabelecimentos já existentes, poderá ser uma péssima ideia de negócio naquela localidade. Você já pensou em montar uma franquia? Veja algumas franquias de sucesso Brasil.

No entanto, para fazer com que uma pizzaria seja bem-sucedida é necessário reunir um conjunto de fatores, que vão desde o modo como as atividades são operadas até como os produtos são apresentados para o público-alvo. Neste caso, um dos pontos cruciais de um negócio do ramo da alimentação é o seu cardápio, o qual deve ser montado com o máximo de cuidado, pois não deixa de ser um canal de comunicação com os clientes, podendo ser a isca para estimulá-los a consumir.

O cardápio de pizzas é essencial para ajudar os consumidores a fazerem os seus pedidos, devendo ser composto por imagens e informações úteis. Para construir um modelo de cardápio que seja de qualidade e represente a sua pizzaria é preciso considerar vários fatores. Quer apresentar os seus produtos para os clientes da melhor forma possível e conseguir maximizar a quantidade de pedidos? Nós criamos este artigo pensando em você, trazendo dicas sobre cardápio de pizzas. 

Confira abaixo:

Qual é a Função do Cardápio de Pizzas?

O cardápio de pizzas é de fundamental importância para as pizzarias, pois funciona como um canal de comunicação e apresentação do negócio com os seus clientes. O cardápio traz todas as opções ou modelos de pizza que o estabelecimento oferece, ingredientes que compõem cada receita e os seus respectivos valores, bem como formas de pagamento aceitas.

As formas de pagamento aceitas ainda não é algo absoluto, ou seja, algumas empresas não colocam em seus cardápios esta informação, contudo, com a grande quantidade de pessoas que utilizam cartões de créditos com as mais diversas bandeiras, o ideal é você informar as formas de pagamento e bandeiras aceitas, evitará transtornos e pode, até mesmo, aumentar as vendas.

Basicamente, pode-se dizer que o cardápio de pizzas tem a função de apresentar os produtos da pizzaria, sendo responsável por trazer mais praticidade, pois os clientes podem encontrar todas as informações que precisam em um só lugar, podendo analisar com detalhes os sabores de pizzas para fazer uma escolha segura, evitando consumir ingredientes que não fazem parte da sua dieta.

Também, vale lembrar que algumas pessoas são alérgicas a determinados alimentos, com isso ela poderá verificar se a pizza tradicional ou não, contém tais componentes.

Como Montar um Cardápio de Pizzas

Quando se fala em montar um cardápio muita gente pensa que é só pegar os pratos feitos pelo estabelecimento e colocá-los em um papel, porém, não é bem assim. Para fazer cardápio de pizzas correto e funcional você deve reunir informações precisas e usar os materiais adequados. Veja a seguir como montar um cardápio de pizzas:

1- Determine Todas as Pizzas Produzidas Pela Pizzaria

Para montar o cardápio de pizzas, a primeira coisa a ser feita é determinar quais são as pizzas que serão produzidas pela pizzaria, afinal de contas, é importante ressaltar que a sua cartela de produtos não deve ser mudada toda hora, até mesmo porque isso traria prejuízos financeiros para o seu estabelecimento comercial, visto que seria preciso refazer o cardápio, pagando novamente.

Para fazer o cardápio de pizzas você terá de recorrer a uma gráfica, a qual irá “digitalizar” o desenho e repassar para uma máquina, com isso irá transpor a imagem até o papel específico e formar o cardápio. O custo é relativamente baixo, mas quando utilizado o serviço com muita frequência pode pesar no orçamento.

Portanto, com base no conceito que é proposto pela sua pizzaria e as opções que são procuradas pelos consumidores, ou até mesmo os tipos de pizzas que o estabelecimento tem capacidade para fazer, você deve montar uma lista, descrevendo todos os sabores produzidos e os seus ingredientes, desde os principais até os temperos, pois essas informações são essenciais para ajudar os clientes nas suas escolhas.

2- Tire Fotos Para o Cardápio de Pizzas

Sabe aquela história de que primeiro as pessoas “comem” os alimentos com os olhos? Este conceito deve ser levado em consideração por todos os estabelecimentos comerciais do ramo de alimentação, principalmente as pizzarias. O cardápio de pizzas deve ter as opções acompanhadas com imagens de cada pizza, que servem para ilustrar o sabor e os seus ingredientes, estimulando o despertar do interesse dos clientes.

Pensando nisso, é necessário tirar fotos de cada versão de pizza oferecida pelo estabelecimento. Nesta etapa, é importante compreender que as imagens têm que ser produzidas, tendo como objetivo aguçar o paladar de quem as visualizar. Por isso, é recomendado contratar um fotógrafo profissional, com experiência em fotografia de comidas, para fazer os registros com câmeras de boa qualidade, utilizando uma iluminação adequada para ressaltar as cores e formatos das pizzas, além de capturar os melhores ângulos, mostrando as pizzas por inteiras.

As fotos das pizzas não necessariamente precisam ser impressas, elas podem ser transferidas para o computador e salvas em um formato digital. As fotos das pizzas para o cardápio também devem ser tratadas por um programa de edição de imagens como, por exemplo, o Photoshop, que permite retirar os detalhes indesejados, ressaltar as cores e compactar as fotografias sem que percam a qualidade.

Algumas pizzarias utilizam em seu cardápio de pizzas as fotos disponíveis na internet, por exemplo, isso não é aconselhável, porque o cliente espera que a pizza seja, no mínimo, parecida com a da foto. Veja, uma boa dica é você tirar fotos das suas pizzas e por uma observação em cima das imagens, “imagens da pizza do estabelecimento”, isso fará com que as pessoas deem credibilidade para o seu negócio e ainda por cima fiquem com ainda mais vontade de experimentar.

4- Faça Uma Lista de Preços Para o Cardápio de Pizzas

Ao montar o cardápio de pizzas é necessário que você se coloque no lugar dos clientes, ou seja, imagine o que eles gostariam de saber ao entrar no estabelecimento e pedir a cartela de produtos. Portanto, além das informações dos ingredientes cada opção de pizza também tem de ter o valor que é cobrado. No caso de uma mesma pizza ter duas versões como, por exemplo, com borda crocante e borda recheada, consequentemente, cada uma delas deve ter a especificação do seu valor.

Os preços podem ser determinantes para que os consumidores queiram ou não consumir as opções de pizzas. Levando isso em consideração, é preciso que os valores cobrados sejam os mais “justos possíveis”, tanto para a pizzaria quanto para o público consumidor. Para determinar os preços das pizzas no cardápio é importante estudar os valores dos ingredientes de cada sabor, quanto à concorrência cobrada e a sua porcentagem de lucro.

5- Escolha Um Programa de Computador Para Fazer o Cardápio de Pizzas

Para você mesmo fazer o cardápio de pizzas, deve-se escolher um programa de computador para editar as informações e inserir as imagens. Algumas das principais opções de softwares usados para esta finalidade são o Word do pacote Office da Microsoft, o In Design e o Corel Draw, que são instalados depois de pagar uma licença para fazer o download.

Todos os programas de computador citados acima permitem que o cardápio seja criado em formato de livro e numerar as páginas da forma correta, evitando que a impressão fique incorreta, também é possível editar o conteúdo escrito, que pode utilizar fontes simples como a Arial ou Verdana no tamanho 12 até 14.

6- Selecione o Papel Para o Cardápio de Pizzas

Uma das etapas mais delicadas da construção do cardápio de pizzas é a seleção do papel que será usado para imprimir as informações, pois se a escolha for feita de modo incorreto, a tendência é que todo o trabalho com a edição seja perdido, pois não irão ressaltar as informações escritas e as imagens.

Os tipos de papéis mais indicados para fazer cardápio de pizzas é o couchê, cartão, cartolina e laminado, mais resistentes, característica este importante porque o cardápio será manuseado várias vezes, logo, é necessário que ofereça durabilidade e não amasse com facilidade. Depois de pronto, o papel do cardápio também pode ser emoldurado em uma pasta de courino ou de plástico.

7- Cuidados Com a Impressão do Cardápio de Pizzas


Para finalizar a confecção do cardápio de pizzas é necessário imprimi-lo, o que é um processo delicado, pois é necessário usar as tintas adequadas e jato a laser para que as imagens sejam impressas com boa qualidade, retratando com o máximo de realidade as fotos das pizzas. Para que o cardápio fique bem feito, o ideal é mandar imprimi-lo em uma gráfica de confiança.

                  Por 
Matheus - Novo Negocio