sexta-feira, dezembro 02, 2016

Como criar um happy hour inesquecível no seu restaurante


Seja para comemorar alguma conquista, ou apenas esquecer dos problemas, é fato que, depois de um longo e cansativo dia de trabalho, o pensamento comum entre os colegas é: “hoje eu preciso de um happy hour”. Essa tradição que surgiu na década de 20 na Europa e Estados Unidos se espalhou pelo mundo, e esta conquistando cada vez mais adeptos.
Happy Hour traduzido para português é “hora feliz”, e tem como objetivo ser um momento de descontração e socialização com os colegas de trabalho. Mas não é uma hora feliz somente para os clientes. Os restaurantes e bares também têm muito a ganhar com essa prática; quanto mais os clientes se sentem felizes e satisfeitos ali, mais eles desejarão retornar, o que significa mais lucro para o estabelecimento. Por esse motivo, separamos algumas dicas para você sobre como montar um happy hour inesquecível no seu restaurante! Acompanhe:

Cardápio Especial

Difícil imaginar uma “hora feliz” sem uma comidinha especial, não é mesmo? Invista em um cardápio diferenciado para esse momento, tendo em mente que os pratos mais solicitados são as porções, que podem ser divididas entre o grupo, ou opções rápidas como lanches e sanduíches. Para saber no que investir, analise o perfil de seus clientes atuais e dos clientes que você deseja atrair. Clique aqui para obter mais dicas sobre a montagem de cardápios.

Dias e Horários Determinados

Os happy hours costumam acontecer nos dias de semana, entre as 18 e 20 horas, que é justamente o horário em que as pessoas estão encerrando o expediente. É interessante oferecer uma proposta diferenciada, pois nessa faixa de horário a clientela é geralmente reduzida e o movimento desses dias também costuma ser inferior comparado ao movimento do fim de semana.
Durante o horário do happy oferecer um cardápio exclusivo ou incrementar as porções com doses extras de acompanhamentos são atitudes que proporcionarão um momento especial e despertarão nos clientes o desejo de comparecer no restaurante nessa faixa de horário específica.

Atrações

Oferecer atrações diferenciadas pode contribuir ainda mais para a assiduidade dos clientes. Pode ser música ao vivo, um comediante, ou até mesmo a transmissão de jogos e campeonatos pela TV, pois são coisas que contribuirão para o clima de descontração do momento.

Preço Promocional

Este é um fator convidativo e está listado entre os motivos que mais fazem os clientes retornarem ao estabelecimento. Oferecer preço promocional em determinados pratos do cardápio, ou opções como drinks e pratos em dobro certamente manterá seus clientes interessados. Estude os pratos em que descontos atrativos podem ser oferecidos e aposte neles. Aqui você encontrará uma fórmula que te ajudará a encontrar o preço adequado para cada prato.

Cardápio Digital

É importante também preparar um atendimento diferenciado para esses momentos, já que a expectativa é de muito movimento. Como algumas promoções e opções de cardápio podem estar disponíveis durante apenas uma faixa de horário, o momento em que os pedidos são registrados é de muita importância. Com a casa cheia a atenção dos garçons pode estar disputada também e perder clientes por falta de atendimento não é um bom negócio.
Por isso, invista em um cardápio digital, em que os clientes podem registrar seus pedidos por meio de um tablet disponível em suas mesas sem a necessidade de um garçom. Assim, o horário do pedido será registrado fielmente no momento em que o cliente solicita e os garçons poderão se dedicar à entrega dos pedidos e à limpeza e organização do estabelecimento.
Com estas dicas, o seu happy hour no restaurante será um sucesso! Gostou? Então agora que tal ver ideias sobre como deixar seu restaurante moderno
By goomer.com.br 
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“Gestão de Marcas e Franquias”
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quinta-feira, dezembro 01, 2016

Palestra capacita empresários para estratégias de melhorias em cardápios de restaurantes



Conferência será na próxima terça-feira, na Galeria Via Brava

Luísa Gomes Postado em 


Empresários do setor gastronômico de Goiânia poderão participar, na próxima terça-feira (6), de uma palestra sobre engenharia de cardápio. O objetivo do tema, que muitas vezes é ignorado por gestores de restaurantes, é ajudar empresários do ramo a identificar pontos de melhoria em seus cardápios, enxergando-o não apenas como carta de apresentação de produtos, mas como item essencial para a gestão do negócio.

A palestra será ministrada pelo consultor da H. Shares Group e especialista em gestão de negócios em hotéis, bares e restaurantes, Ivan Lima. O evento é promovido por duas empresas goianas que oferecem soluções tecnológicas para o setor: o Tippz, um aplicativo móvel para pedido de comida dentro e fora de bares e restaurantes, e a agência de publicidade Logicreative.

“Na palestra o empresário irá identificar pontos em que está acertando ou errando e vai aprender como resolvê-lo, tornando o seu cardápio mais atrativo para o cliente e consequentemente, aumentando seus lucros”, afirma Ivan.

Dentre os temas que serão abordados estão a classificação de produtos e seus desempenhos, a análise de vendas item a item e o redesenho do menu de acordo com estratégias traçadas para o mix de produtos.

”O cardápio é o cartão de visitas do restaurante. O cliente precisa manuseá-lo de maneira intuitiva”, ressalta Lourenço. A partir da experiência com o aplicativo Tippz, Murilo destaca que o cardápio no formato digital vem trazendo bons resultados, pois traz facilidades para o cliente e insights para o gestor do restaurante.

"A facilidade de navegar entre categorias e itens em um cardápio digital faz com que o cliente tenha mais opções e veja o conteúdo completo de suas opções com imagens e descrições. Saber posicionar as categorias, nomeá-las de maneira chamativa, criar combos, etc, faz uma diferença grande na escolha de produtos pelo cliente e toda essa experiência pode ser passada para o cardápio físico. A vantagem do cardápio digital é poder fazer experimentações rapidamente a fim de cada vez mais criar o cardápio físico e digital ideal”, completa.

Serviço:

Palestra “Engenharia de cardápio"
Local: Auditório da Galeria Via Brava, Av. T-3
Quando: Terça-feira, 6 de dezembro, às 20h
Valor: 1º lote: R$ 30; 2º lote: R$ 55
Contato: (62) 98563-3107
Clique aqui para realizar a inscrição
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Empresário fatura R$ 335 milhões com empresa que criou para dar emprego ao pai.


Rubens Augusto Junior, da Patroni Pizza, começou empresa nos anos 80 e deslanchou com novidade de entregas em casa.

O ano era 1984 e o cenário econômico era desfavorável no Brasil – motivado pela segunda crise mundial do petróleo. Rubens Augusto Junior, que na época tinha 26 anos, viu seu pai sofrer um infarto após perder o emprego na loja de móveis em que trabalhava. Os médicos disseram que ter uma atividade seria essencial em sua recuperação. Junior não pensou duas vezes: abriu o próprio negócio para empregar o pai. O que ele não imaginava é que, pouco mais de 20 anos depois, o negócio se transformaria em uma rede que faturou R$ 335 milhões no ano. 

Ele trabalhava na Companhia Energética de São Paulo (CESP) e passava todos os dias por um sobrado azul com a placa de "aluga-se", no bairro do Paraíso, em São Paulo. Colocou na cabeça que aquele seria o lugar ideal para seu negócio, mas ainda não sabia o que fazer. Lembrou, então, de uma das coisas que mais gostava. "Meu hobby aos finais de semana era sair cedo, comprar ingredientes e fazer pizzas exóticas para os meus amigos", conta o empresário. O título de "melhor pizzaiolo amador" da turma o motivou a entrar profissionalmente no ramo, com a Patroni.
Para inaugurar a pizzaria, o empreendedor de primeira viagem contou com a ajuda de dois cunhados, que dividiram o investimento equivalente a R$ 50 mil atuais. Seu pai assumiu a coordenação de entregadores, que usavam bicicletas para levar as pizzas aos clientes. Inicialmente, Junior não largou seu antigo emprego: ele acordava às 7h da manhã para ir à CESP, onde ficava até as 18h, depois seguia para a pizzaria e só deixava o estabelecimento após o encerramento do turno, por volta de 1h.
Sucesso inicial com Delivery
Uma das chaves para os bons resultados alcançados pela Patroni logo no início do trabalho foram justamente as entregas. "Era uma pizzaria para viagem. O delivery era muito incipiente no Brasil e em São Paulo. Na região em que atendíamos, só havia uma casa que fazia entregas", diz o empresário. Como agradecimento pela ajuda no setor, Junior comprou as cotas de um dos cunhados e deu de presente ao pai. 
As "pizzas exóticas" que o empresário fazia por diversão antes de inauguar o negócio também marcaram positivamente os primeiros passos da empresa. "Contratei um excelente pizzaiolo, com o estilo que eu fazia em casa, e desenvolvemos juntos as receitas.
A expansão da empresa
O ano de 1997 foi difícil para Junior. Seu pai e seu cunhado morreram, deixando-o sozinho no comando da Patroni. O momento complicado levou o empresário a tomar uma importante decisão:  "Tive que optar: continuava na CESP ou abraçava meu próprio negócio". Ele escolheu ficar com a pizzaria e, a partir daí, começou a investir todos os seus esforços na expansão.
A rede, que tinha três unidades até então, chegou ao ano de 2003 com nove lojas. Foi quando Junior resolveu deixar de lado o receio e começou a trabalhar com o sistema de franquias. No período de um ano, a Patroni já contava com 17 unidades. 
Atualmente, são 192 pontos espalhados pelo Brasil, dos quais apenas 13 são próprios. "O primeiro objetivo é a expansão por franquias. Elas te possibilitam ter um sócio em cada unidade. O segredo do negócio é o próprio dono da loja", afirma o empreendedor. 
Dificuldades e fuga da crise
Apesar de ter alcançado o maior faturamento da história da empresa em 2015, Junior não é otimista em relação à situação econômica do País. Segundo o fundador da Patroni, o número de franqueados passou a declinar a partir de 2014. Ele conta que o resultado de R$ 335 milhões só foi possível por conta de lojas que já tinham contrato fechado, mas passaram a funcionar apenas no ano passado. 
"Eu passei por todos os planos econômicos, por todas as recessões, desemprego e dificuldades econômicas, mas o governo Dilma foi o pior. Foi uma tragédia muito grande para todos os setores", justifica. 
Para driblar as dificuldades do atual cenário, Junior resolveu investir em um novo modelo de negócios. Em meados de 2014, o empreendedor lançou a Patroni Expresso, franquia de valor mais baixo que oferece produtos diferentes dos encontrados nas unidades premiun da rede. Com investimento inicial que varia entre R$ 150 mil e R$ 200 mil, o franqueado pode trabalhar com a venda de fatias de pizza, sanduíches, hot dogs, salgados, cafés e sorvetes. 
Projeções de crescimento baseadas na política
Junior vê o futuro da empresa diretamente ligado à manutenção ou saída de Dilma Rousseff na presidência do Brasil. "Eu acho que o fundo do poço já chegou. Em queda eu não acredito. Imaginamos que, com a saída da presidente, a economia volte a crescer. Caso isso aconteça, a projeção gira em torno de 40 novas lojas e aumento 15% no faturamento. Fora desse quadro, esperamos ficar no 0 a 0 ou crescer até 5%", conta.
Um importante investimento planejado por Junior, aliás, só acontecerá em caso de impeachment: "Estava trabalhando no lançamento da Patroni nos Estados Unidos. Tinha tudo alinhado, tudo preparado, e aí veio a crise. Tive que colocar o valor do investimento na empresa e o momento se tornou desinteressante por conta do câmbio. Adiei o plano para este ano, mas só vai ser realizado se trocar o presidente".
De pai para filhos
Após empregar seu pai, Junior deseja passar o bastão da companhia para seus filhos. Dois dos três herdeiros do empresário já trabalham na empresa, nos setores de marketing e assessoria jurídica. "Eles se propuseram a isso. Nunca forcei meus filhos a nada", conclui, orgulhando-se ao dizer que os herdeiros agora serão "a bola da vez" na Patroni.
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Ex-costureira cria rede de franquias e fatura R$ 72 milhões.



Ela costurava e vendia lingeries na adolescência, o que lhe trouxe o gosto por empreender. Hoje é dona de uma rede com 70 unidades.

São Paulo – A empreendedora Leiza Oliveira começou a trabalhar na adolescência, aos 16 anos. Ela costurava e vendia lingeries para colegas da escola e meninas do seu bairro, em Maringá (PR).
“Minha mãe é costureira e sempre fez nossas lingeries. Ela me ensinou e eu vi que era algo simples”, lembra. Leiza conta que começou fazendo peças para si própria, até que as colegas se interessaram e começaram a comprar.
Foi aí que nasceu sua vontade de empreender. “Tudo começou ali. Fazer o produto, vê-lo nascer, colocar a minha etiqueta e depois sair para vender. Isso aguçou a minha vontade de empreender”, conta.
O tempo passou e a jovem costureira se tornou uma empreendedora de sucesso, dona de uma rede de franquias com 70 unidades e faturamento de 72 milhões de reais.
A rede criada por Leiza é a escola de idiomas Minds. Fundada em 2007, a rede promete um curso enxuto de 18 meses para quem quer aprender inglês de forma rápida. Além disso, oferece a comodidade de o aluno marcar suas aulas no horário que quiser, como se contratasse um professor particular, explica a empreendedora.
A mudança da costura para as escolas de idiomas veio para Leiza após a faculdade. Ela deixou de vender lingeries aos 18 anos e foi cursar ciências contábeis. Depois de formada, começou a atuar em escolas de inglês como funcionária.
“Gosto do contato com pessoas. Trabalhei principalmente na área comercial, com vendas, que é algo de que gosto desde a época das lingeries” conta. Depois de um tempo, Leiza também chegou a ser franqueada de duas redes de idiomas, até que veio a vontade de ter o seu próprio negócio.
“Eu conhecia bem esse meio. Via coisas que faria diferente, pontos que eu sentia que podiam melhorar. Planejei meu negócio durante cerca de oito anos”, lembra.
Em 2007, ela decidiu dar o passo decisivo. Uniu-se a um amigo que se tornou sócio e iniciou a Minds, com uma unidade em Porto Alegre. O investimento inicial foi de 700 mil reais.
“O retorno foi muito positivo. Em três meses já tínhamos 120 alunos. E dois meses depois que abrimos já apareceu o primeiro em investir em franquia da marca”, conta.
O sucesso inicial, Leiza atribui principalmente à proposta de horários personalizados. “Percebia que, sempre que perguntava ‘Por que você não faz um curso de inglês?’, a resposta era falta de tempo”, afirma.
Um ano após a inauguração, a Minds entrou para o franchising e hoje tem 70 unidades de norte a sul do país. Leiza ressalta que a marca se preocupa em fazer sua expansão de forma responsável. Por isso, aceita um máximo de oito novos franqueados por ano.
Quem quiser se tornar franqueado precisa estar preparado para desembolsar de 200 mil a 250 mil reais. O valor inclui a taxa de franquia e os gastos necessários para a montagem da escola. 

terça-feira, novembro 29, 2016

Match Up: app ajuda a encontrar a franquia certa para cada pessoa

    

E se encontrar a franquia certa para você for tão fácil quando dar um “match” no aplicativo de paquera Tinder? Essa é a ideia por trás do aplicativo Match Up. Após preencher um pequeno cadastro com dados como segmento, em quanto tempo pretende abrir uma unidade e quanto pode investir na franquia, o aplicativo indica ao usuário os perfis certos de negócios.

Como funciona o Match Up


O Match Up foi criado em fevereiro e lançado oficialmente em junho, durante a ABF – EXPO Franchise 2015, maior feira de franquias do mundo, que acontece em São Paulo. O aplicativo demorou cerca de um ano para ser desenvolvido, após um investimento de cerca de R$ 100 mil. Ele conta com 5 mil usuários e está disponível para dispositivos Android e iOS.
No Match Up, o interessado preenche um formulário em que descreve o negócio em que está interessado. Depois, pode percorrer os perfis de franquias dos segmentos escolhidos. O potencial franqueado põe o valor que pretende investir e, assim, o sistema cruza o banco de dados, dando a ele um gama de franquias cadastradas no app, conforme seu perfil.
Cadastrando o perfil da sua marca, a franquia aumenta as chances de conquistar novos interessados sem sair de casa, pois o app usa o sistema notificações push, acessando perfis de todo o Brasil. Quando o franqueador também se interessa pelo perfil do potencial franqueado, ambos podem entrar em contato através de um chat, assim todos as combinações ficam armazenados no app.
“O app brasileiro Match UP Franquias é dirigido a quem quer montar uma empresa pelo sistema de franquia e também afranqueadores interessados em expandir. Procuramos conectar esses dois públicos usando a lógica do app de relacionamento pessoal Tinder”, explica o CEO do Match Up, Rafael Louzada.
O aplicativo é gratuito para o usuário que busca uma franquia. Já para quem é franqueador e quer cadastrar sua empresa, é exigido o pagamento de uma mensalidade de R$ 210, que dá o direito a manter o negócio no banco de dados do Match Up.
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segunda-feira, novembro 28, 2016

Como calcular a necessidade de capital de giro da sua empresa


Como vai o capital de giro da sua empresa? Você tem dinheiro para custear as necessidades diárias do seu negócio ou se vê sempre no aperto? Entenda como calcular a necessidade de capital de giro.

O que é capital de giro?

Tradicionalmente, os recursos de uma empresa são divididos em duas partes. A primeira vai para investimentos em imóveis, máquinas e mobiliário, os chamados ativos fixos. A segunda serve para arcar com salários, produtos e contas como de energia, água e telefone, entre outras, caracterizando o capital de giro.
capital de giro é o dinheiro usado para tocar o negócio no dia a dia e custear as necessidades corriqueiras da sua empresa. Ele chega a representar 60% do total dos ativos de uma empresa. Quando ele está em falta, são necessárias providências urgentes para reorganizar a casa.
E por que o capital de giro é tão importante? “Problemas no capital de giro podem obrigar o empresário a recorrer a empréstimos em bancos, acarretando posterior pagamento de juros e consequente redução de ganhos”, afirma o diretor-superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Bruno Caetano.
Segundo ele, a calibragem do capital de giro é uma tarefa sem fim, que deve ser feita todos os dias na empresa. “Quando bem feita, elimina ou evita boa parte dos problemas de caixa e contribui decisivamente para a saúde financeira do negócio”, afirma.

Como calcular a necessidade do capital de giro?

Para calcular a necessidade de capital de giro da sua empresa, você pode olhar para o balanço patrimonial da companhia para fazer a conta. O balanço patrimonial é um dos mais importantes demonstrativos em um negócio, e tem o objetivo de representar a evolução do patrimônio total do seu negócio em um determinado período de tempo.
Com o balanço em mãos, você precisa de duas informações para calcular a necessidade de capital de giro: o ativo circulante e o passivo circulante. O ativo circulante representa os recursos disponíveis a curto prazo, como caixa, bancos, aplicações financeiras, contas a receber e estoques, por exemplo. Já o passivo diz respeito a financiamentos a curto prazo da empresa, como fornecedores, contas a pagar e empréstimos.
Com esse valores em mãos, a necessidade de capital de giro pode ser calculada da seguinte forma: necessidade de capital de giro = ativo circulante – passivo circulante. Se esse valor for positivo, a empresa esta com superávit de capital de giro e não é necessário recorrer a bancos ou outras fontes de recursos. Se estiver negativo, seu negócio pode estar em risco.
Entre as consequências do capital de giro baixo estão a exigência de mais vendas à vista ou redução do número de parcelas. O cenário também implica no ajuste do calendário das contas a receber com a data limite das contas a pagar.
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Crise não impede crescimento do mercado de pizza



Ao contrário do segmento de fast food que já começa a sentir os reflexos da crise no bolso dos consumidores, o mercado de pizzas continua crescendo. Hoje, por exemplo, São Paulo é a segunda cidade do mundo que mais consome pizza, perdendo apenas para Nova Iorque. Em média, por dia, são comercializadas na capital paulista 1 milhão de pizzas. Os curitibanos também são apreciadores deste prato. Em média, 200 mil pizzas são vendidas por dia em Curitiba, sendo que de sexta-feira a domingo os pedidos triplicam. Sem contar que a capital do Paraná tem hoje o maior delivery do Brasil, em relação a sua população.
Eu conversei com o empresário José Antônio Baggio, sócio proprietário da rede de pizzarias Baggio e ele me explicou que com menos dinheiro no bolso, os consumidores ao invés de irem a um restaurante à noite, estão preferindo comprar uma pizza e comer em casa. Com isso, quatro pessoas podem comer bem, gastando em média R$ 50.
Uma das marcas do setor é a grande concorrência. O mercado de pizza, que fatura por dia mais de R$ 22 milhões é liderado por pequenas empresas. Só para se ter uma ideia,  99% das pizzarias  são optantes do Supersimples. E para se destacar diante dos concorrentes,  José Antônio Baggio me disse que é preciso se diferenciar, seja nas receitas, nas embalagens, nos serviços ou no uso de tecnologias. Segundo o empresário, o consumidor está cada vez mais exigente e além de preço busca acima de tudo qualidade.
A Baggio Pizzaria está há 15 anos no mercado. Começou em Curitiba e hoje através do sistema de franquia também está presente em Santa Catarina. José Antônio Baggio me disse que este ano estão sendo abertas três novas pizzarias, mas apesar de ter recebido vários pedidos para se instalar no interior do Paraná e São Paulo, optou por crescer moderadamente, diante das circunstâncias atuais.
O setor da pizza no Brasil movimenta nada menos do que R$ 8,5 bilhões ao ano, e vem crescendo em média 8% anualmente.
Fonte: Mirian Gasparin

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